Refluxo Gastroesofágico – Terapia Frequencial

Lidar com o refluxo constantemente é exaustivo. Aquela sensação de queimação e o mal-estar no estômago acabam com o dia de qualquer um.

Como o refluxo gastroesofágico acontece: o conteúdo do estômago sobe repetidamente para o esôfago, o que causa feridas, inflamação, enfraquece as defesas naturais da região e gera a famosa azia e dor na boca do estômago.

Como a terapia de peptídeos frequenciais age no seu corpo

  1. Alívio da dor e da inflamação: Age direto na raiz do desconforto, diminuindo o estresse causado pelo ácido e reduzindo a dor na boca do estômago.
  2. Cicatrização do esôfago: Funciona como um reconstrutor, ajudando a recuperar e fechar as feridas na parede do esôfago causadas pelas subidas do ácido.
  3. Reforço contra bactérias: Fortalece a imunidade natural da região, impedindo que microorganismos se aproveitem das feridas para piorar a situação.
  4. Combate à inflamação persistente: Ajuda o corpo a desinflamar de vez aquela região que vive vermelha e irritada por causa do refluxo crônico.
  5. Redução da sensibilidade: Desliga os “alarmes de dor” do sistema nervoso na região do estômago, diminuindo a hipersensibilidade ao ácido.
  6. Estômago mais rápido: Estimula o estômago a se esvaziar mais rapidamente, garantindo que a comida não fique parada ali por muito tempo (o que reduz a chance de o ácido subir).
  7. Controle do ácido: Controla a produção excessiva de ácido e ajuda o corpo a liberar substâncias que neutralizam a acidez naturalmente.
  8. Bloqueio da irritação: Age como um escudo rápido que impede as células de liberarem os sinais químicos que causam a inflamação.
  9. Proteção extra da parede estomacal: Outro mecanismo de defesa que protege as paredes internas contra infecções que poderiam enfraquecer ainda mais o esôfago.
  10. Regulação após as refeições: Controla o ritmo do estômago logo após você comer, evitando que grandes volumes de ácido subam de uma vez só.
  11. Fechamento da “porta” do estômago e cura rápida: Esse ponto é crucial. Ele ajuda a fortalecer o esfíncter (a válvula ou “portinha” que separa o esôfago do estômago) para que ela fique bem fechada, além de acelerar muito a cura da esofagite (a inflamação do esôfago).

Síndrome do Intestino Irritável (SII) – Terapia Frequencial

A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é um problema comum no funcionamento do sistema digestivo. Ela causa dores na barriga, estufamento, gases e alterações no ritmo do intestino (como diarreia ou prisão de ventre). Isso acontece por causa de uma mistura de fatores: o intestino fica muito sensível, há uma leve inflamação constante, a parede intestinal fica “frouxa” (permitindo a passagem de substâncias indesejadas) e a comunicação entre o intestino e o cérebro fica desregulada.

O terapia proposta utiliza moléculas especiais frequenciais que agem diretamente nas causas do problema para cicatrizar o intestino, regular seu funcionamento e aliviar as dores. Veja como cada uma delas ajuda:

1. Regeneração e Proteção do Estômago e Intestino

Esta substância age como um poderoso cicatrizante natural para o sistema digestivo. Ela ajuda a recuperar as paredes do intestino, protege contra agressões e reduz a inflamação, devolvendo a integridade que o órgão precisa para funcionar bem.

2. Controle do Ritmo Intestinal e Defesa contra Bactérias

Ajuda a acalmar as células de defesa do intestino (evitando reações exageradas), impede que bactérias ruins atravessem as paredes intestinais e regula o movimento natural do intestino, combatendo os desarranjos na digestão.

3. Combate Direto à Inflamação

Funciona como um potente anti-inflamatório focado nos tecidos internos e sensíveis do intestino. Ao reduzir essa irritação constante, ajuda a aliviar o desconforto geral e o estufamento.

4. Alívio das Dores e da Hipersensibilidade

Pessoas com SII costumam ter um intestino “rebelde” e muito sensível à dor. Esta substância age diretamente nos nervos da região para diminuir essa supersensibilidade, ajudando a aliviar as dores e cólicas abdominais crônicas.

5. Vedação da Parede Intestinal (Efeito “Antivazamento”)

O intestino saudável funciona como uma peneira bem fina. Na SII, essa “peneira” se abre, deixando o intestino permeável. Esta molécula atua fechando essas aberturas, recuperando a barreira protetora do intestino e impedindo que toxinas entrem no organismo e causem os sintomas da síndrome.

Dor de Estômago – Terapia Frequencial

Tratar uma dor de estômago envolve muito mais do que apenas aliviar o desconforto temporário. Seja uma queimação por gastrite, uma úlcera ou uma inflamação, o segredo para uma melhora real está em ajudar o próprio corpo a se defender e a se recuperar.

Cientistas e médicos estudam o uso de pequenas moléculas (chamadas de peptídeos) que funcionam como “mensageiros” no nosso organismo. Eles ativam sete defesas e mecanismos de cura essenciais no nosso sistema digestivo:

1. Proteção do estômago e cicatrização de úlceras

O estômago produz um ácido muito forte para digerir os alimentos. Essa defesa ajuda a reconstruir rapidamente a parede interna do órgão, criando uma espécie de “escudo” que protege o estômago contra o próprio ácido e contra substâncias irritantes, acelerando a cura de feridas (úlceras).

2. Combate potente à inflamação

Quando o estômago está agredido, ele fica inflamado (vermelho e inchado), o que causa dor. Esse mecanismo desliga os alarmes de inflamação no intestino e no estômago, devolvendo o bem-estar e mantendo a barreira protetora do órgão firme e forte.

3. Controle do ritmo e dos líquidos corporais

Para funcionar bem, o estômago precisa se movimentar no ritmo certo e produzir a quantidade exata de sucos gástricos. Esse processo acalma o órgão em momentos de crise, controlando os movimentos digestivos e reduzindo a intensidade da dor.

4. Escudo contra bactérias ruins

Algumas dores e inflamações crônicas são causadas por bactérias que teimam em viver no estômago (como a famosa H. pylori). O corpo tem uma linha de defesa que funciona como um antibiótico natural, eliminando esses invasores e ajudando a cicatrizar a região.

5. Super-regeneração dos tecidos

Quando o estômago sofre alguma lesão, ele precisa se reconstruir. Esse mecanismo ativa os fatores de crescimento do corpo, que funcionam como “pedreiros” na reconstrução do tecido machucado, além de oferecer uma proteção antioxidante, que limpa as impurezas que impedem a cura.

6. Fortalecimento do sistema imunológico

O sistema de defesa do corpo precisa estar atento para combater infecções no estômago sem exagerar na dose (o que causaria mais inflamação). Esse ponto equilibra a imunidade, dando o suporte necessário para o estômago se recuperar de forma saudável.

7. Reforço na estrutura (Efeito “Cimento”)

Abaixo da superfície do estômago existe uma estrutura que sustenta tudo no lugar, feita de colágeno. Esse último mecanismo funciona como um reforço nessa estrutura, colando as células e garantindo que a parede do estômago fique firme e resistente contra novas agressões.

Fermentação – terapia frequencial

O excesso de fermentação refere-se à fermentação microbiana hiperativa no intestino, levando à produção excessiva de gases, ácidos graxos de cadeia curta ou etanol. Essa condição está associada à superpopulação bacteriana do intestino delgado (SIBO), disbiose fúngica ou síndrome da fermentação intestinal, causando inchaço, distensão abdominal e sintomas sistêmicos.

Para resolver isso, a ciência utiliza substâncias que funcionam como uma “equipe de limpeza e manutenção”. Aqui está como esse tratamento funciona, explicado de um jeito simples:


A Equipe de Limpeza: Como o tratamento age no seu corpo

  1. Defesa Antifúngica: Atua impedindo que os fungos cresçam e criem “cidades” (biofilmes) no seu intestino, reduzindo a fermentação causada por eles.
  2. Proteção de Amplo Espectro: Funciona como um escudo que ataca tanto bactérias quanto fungos que estão crescendo onde não deveriam.
  3. Destruidor de Membranas: Mira especificamente nos invasores comuns do SIBO, rompendo a camada externa deles para eliminá-los.
  4. Bloqueio de Reprodução: Consegue entrar nos micróbios e “travar” o sistema de multiplicação deles, garantindo que não criem resistência ao tratamento.
  5. Ação Ultra-rápida: Uma substância que age quase instantaneamente para destruir a proteção dos germes, ideal para as condições difíceis do sistema digestivo.
  6. Criação de Poros: Abre pequenos buracos nos microrganismos invasores, fazendo com que eles literalmente se desintegrem.
  7. Estímulo ao Movimento: Ajuda os músculos do intestino a se contraírem melhor, garantindo que a comida e os gases não fiquem parados (o que evita a fermentação).
  8. Propulsão Natural: Melhora o fluxo e a secreção no intestino grosso, impedindo que os resíduos fiquem estagnados e virem banquete para bactérias.
  9. Modulação do Sistema Nervoso: Além de eliminar germes, ajuda a regular a comunicação entre o cérebro e o intestino, acalmando a função digestiva.
  10. Alerta Imunológico: Foca em um grupo específico de bactérias mais resistentes e, ao mesmo tempo, chama as células de defesa do seu corpo para ajudar na limpeza.
  11. Escudo Protetor Diário: Mantém uma proteção constante na parede do intestino, servindo como uma barreira natural contra novas invasões.
  12. Alvo em Germes Resistentes: Consegue quebrar a resistência de bactérias e fungos mais difíceis de tratar, que costumam ignorar tratamentos comuns.
  13. Faxina de Resíduos e Equilíbrio: Desmancha as estruturas onde as bactérias se escondem e ajuda o sistema imunológico a encerrar a inflamação de forma equilibrada.

Resumindo: O foco não é apenas “matar o que está sobrando”, mas também garantir que o seu intestino volte a se movimentar e que a sua barreira de proteção natural seja reconstruída. Afinal, um intestino parado é o parquinho de diversão favorito das bactérias fermentadoras.

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Os primeiros 1.000 dias: como o microbioma intestinal do bebê molda a saúde ao longo da vida

Atualmente, há uma crise de saúde infantil em torno do microbioma intestinal, de acordo com a Dra. Elisa Song, pediatra e diretora médica da Tiny Health.

Com 1 em cada 2 crianças atualmente diagnosticadas com uma doença crônica, é importante entender que o microbioma intestinal estabelecido nos primeiros 1.000 dias de vida influencia profundamente a saúde futura e o risco de doenças.

“Qualquer interrupção no desenvolvimento do microbioma intestinal, seja por cesárea ou uso de antibióticos, pode aumentar significativamente o risco de problemas imunológicos e de saúde mental mais tarde na vida.”Song observou que abordar a obesidade, o diabetes tipo 1, os distúrbios alérgicos e outras condições somente depois que elas ocorrem não resolve a crise de saúde pediátrica causada por doenças crônicas. A prevenção — especialmente nos primeiros 1.000 dias — é a única maneira de acabar com essa epidemia de doenças crônicas infantis. A chave para a prevenção envolve fortalecer o microbioma intestinal do bebê por meio de várias medidas, incluindo amamentação e probióticos.

Partos vaginais moldam o microbioma do bebê

O microbioma intestinal difere entre bebês nascidos por parto normal e cesárea, com os primeiros tendo cepas bacterianas mais benéficas e os últimos tendo menos cepas benéficas e mais cepas potencialmente prejudiciais.

Autores de um ensaio clínico publicado na Pediatric Allergy and Immunology descobriram que a composição do microbioma intestinal de bebês nascidos por via vaginal apresentava populações maiores de Bifidobacterium, Parabacteroides e Bacteroides do que a de bebês nascidos por cesárea. Essas espécies bacterianas frequentemente promovem a degradação dos oligossacarídeos do leite materno (HMO) — um tipo de carboidrato —, levando à produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCCs), a principal fonte de energia para as células do cólon.

Os autores também observaram que bebês nascidos por cesárea são frequentemente colonizados por Staphylococcus, Enterococcus, Clostridium e Klebsiella, bactérias que não ajudam a decompor HMOs nem a produzir AGCCs. Essas espécies bacterianas também têm maior probabilidade de abrigar genes de resistência a antibióticos.

“Bebês nascidos por cesariana perdem uma das exposições mais fundamentais da natureza ao microbioma”, disse o Dr. Tokunbo Akande, pediatra certificado e fundador da Harmony 360 Health, que não participou do estudo. “Essa via de parto vaginal fornece uma ‘dose inicial’ crítica de micróbios maternos que ajudam a semear o intestino e o sistema imunológico do recém-nascido.”

Por outro lado, bebês nascidos por cesárea são frequentemente expostos primeiro a bactérias da pele e associadas ao hospital, acrescentou. Esse padrão alterado de colonização precoce pode atrasar a diversidade do microbioma e interromper a maturação normal do sistema imunológico.Esses efeitos no microbioma intestinal são sentidos por uma proporção significativa de bebês nos Estados Unidos, já que aproximadamente um em cada três nasce por cesariana.

Efeitos na saúde do microbioma intestinal prejudicado

O comprometimento do microbioma de bebês nascidos por cesárea frequentemente persiste até os 4 anos de idade e aumenta o risco de obesidade, diabetes tipo 1 e condições alérgicas, observaram os autores do ensaio clínico. Normalmente, as condições alérgicas envolvem uma progressão de dermatite atópica (eczema) para alergias alimentares, rinite e asma — um fenômeno conhecido como marcha atópica.

O microbioma intestinal infantil também desempenha um papel crucial no desenvolvimento do cérebro por meio do eixo intestino-cérebro, afirma o pediatra Dr. Yossef Alnasser. O eixo intestino-cérebro refere-se à associação entre o cérebro e o microbioma intestinal e como isso afeta a saúde.

O período mais crucial para o desenvolvimento do cérebro são os três primeiros meses de vida, disse ele. Além disso, como certas estruturas cerebrais só amadurecem completamente aos 2 anos de idade, um microbioma intestinal saudável pode impulsionar o crescimento e o desenvolvimento da criança.

Como melhorar o microbioma intestinal do bebê

O ensaio clínico constatou que um programa de seis meses de intervenções personalizadas — incluindo testes de microbioma e recomendações personalizadas — pode melhorar a composição microbiana intestinal do bebê e reduzir a incidência de eczema. Nem todos têm acesso a um programa como esse, então o coautor Song compartilhou as seis etapas práticas a seguir que qualquer pai ou mãe pode adotar:

1. Amamente se possível

O leite materno contém HMOs especiais que ajudam a nutrir bactérias intestinais benéficas, como a Bifidobacterium, disse Song. Além de fortalecer o sistema imunológico do bebê, os HMOs também podem combater micróbios nocivos, como o rotavírus, que causa vômitos e diarreia aquosa em bebês. Se a amamentação não for possível ou limitada, ela aconselha os pais a consultar um pediatra para recomendar uma fórmula que contenha HMOs.

Uma revisão observou que a amamentação é uma das maneiras mais influentes de melhorar a composição do microbioma intestinal durante a infância. A diferença de micróbios entre bebês amamentados e alimentados com fórmula fundamenta a hipótese de que a amamentação é parcialmente responsável pela redução do risco de doenças infecciosas e não infecciosas na infância.

2. Forneça alimentos nutritivos para o microbioma

Quando os bebês conseguirem comer, devem receber alimentos vegetais ricos em fibras, frutas e vegetais coloridos e alimentos fermentados, acrescentou Song. Esses alimentos aumentam a proliferação de cepas bacterianas benéficas, como Bacteroides e Bifidobacterium, segundo uma revisão .

3. Considere um probiótico

Segundo Song, os probióticos contêm bactérias benéficas que podem estimular a função imunológica, produzir vitaminas essenciais, digerir alimentos e inibir o crescimento de bactérias nocivas. Nem todos os probióticos são iguais, por isso ela recomenda procurar uma marca de qualidade que contenha Lactobacillus ou Bifidobacterium específicos para bebês. Um exame de fezes pode identificar as cepas específicas de que um bebê precisa.

Uma revisão constatou que alguns estudos que avaliaram o uso de probióticos em bebês sugerem que eles podem ajudar a promover a saúde ideal. No entanto, os autores alertaram que mais pesquisas são necessárias para avaliar completamente os riscos e benefícios dos probióticos nessa faixa etária.

4. Minimize os antibióticos desnecessários

“É importante minimizar o uso de antibióticos desnecessários e reconhecer o potencial comprometimento desses medicamentos no microbioma intestinal em desenvolvimento e no sistema imunológico”, disse Song. “Se os antibióticos forem realmente necessários, como quando um bebê tem uma infecção bacteriana potencialmente grave, converse com um pediatra sobre probióticos e medidas adicionais para restaurar a flora intestinal do bebê.”

Um estudo examinou os efeitos de antibióticos de amplo espectro em bebês tratados para sepse após o nascimento e constatou que o tratamento reduziu a população de Bifidobacterium. Os antibióticos também aumentaram as populações das bactérias não benéficas Klebsiella e Enterococcus. Além disso, a combinação de amoxicilina e cefotaxima causou a maior perturbação do microbioma, enquanto a combinação de penicilina e gentamicina causou a menor perturbação — indicando que a escolha dos antibióticos, quando necessária, é importante.

5. Mantenha contato pele a pele próximo

Song observou que colocar o bebê contra o peito ou o corpo, especialmente nas primeiras semanas, traz benefícios notáveis ​​tanto para a mãe quanto para o bebê. A exposição próxima também reduz o estresse e promove a criação de vínculos.

Pesquisas constataram que o contato pele a pele melhorou a composição do microbioma na primeira infância, bem como seu desenvolvimento no início e no final da infância. A intervenção diminuiu a volatilidade do microbioma, definida como a extensão das mudanças na composição microbiana ao longo do tempo. Os autores levantaram a hipótese de que o benefício da volatilidade pode advir da capacidade do contato pele a pele de aliviar o estresse.

6. Incentive a diversidade e deixe os bebês brincarem

“Promover um microbioma intestinal resiliente em um bebê requer exposição a uma diversidade de ambientes”, disse Song. “Permita que a criança brinque na terra, toque em animais de estimação e visite fazendas locais.”

Um estudo descobriu que a exposição a animais de estimação na infância aumentou as populações de Ruminococcus e Oscillospira, cepas bacterianas que podem proteger contra alergias e obesidade infantil. A exposição também diminuiu a população de bactérias estreptocócicas, o que pode reduzir o risco de alergias e doenças metabólicas na infância.

Maria Oeste

Mesmo curtos períodos de uso de antibióticos afetam a saúde intestinal a longo prazo

O abuso de antibióticos é um problema generalizado de saúde pública em todo o mundo. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, 2,8 milhões de casos de infecções resistentes a antibióticos são diagnosticados anualmente, e 35.000 pessoas morrem em decorrência disso. 1 Mas como exatamente as bactérias escapam dos antibióticos? Acontece que as bactérias são microrganismos resistentes que se adaptam aos antibióticos de diferentes maneiras: 2

•Resistência intrínseca — Uma mudança na estrutura ou nos componentes por meio da evolução acaba criando resistência.

•Resistência adquirida — As bactérias começam a resistir aos antibióticos por meio de mutações genéticas, “tomando emprestado” DNA de bactérias já resistentes.

•Alteração genética — As bactérias são capazes de alterar a produção de proteínas, o que cria componentes que os antibióticos não conseguem reconhecer e acabam eliminando.

•Transferência de DNA — A comunicação cruzada ocorre entre diferentes bactérias, permitindo que elas compartilhem DNA resistente por meio da transferência de genes.

Dito isso, tomar antibióticos é uma das piores coisas que você pode fazer pela sua saúde. De acordo com uma nova pesquisa, mesmo o uso por um curto período já causa mudanças duradouras no microbioma intestinal, dificultando a recuperação.

O uso breve de antibióticos desencadeia resistência duradoura no seu intestino

Em um estudo publicado na Nature, pesquisadores se propuseram a identificar se o uso de antibióticos em curto prazo altera as bactérias intestinais, especificamente ao criar cepas resistentes a antibióticos, e se isso tem efeitos duradouros posteriormente. 3

•Antibióticos criam cepas resistentes imediatamente — O estudo envolveu 60 participantes adultos saudáveis ​​que receberam 500 miligramas de ciprofloxacino, um antibiótico amplamente prescrito, duas vezes ao dia durante cinco dias. Após analisar amostras de fezes ao longo de um período de 20 semanas, os pesquisadores tiveram uma revelação alarmante: em apenas alguns dias, bactérias anteriormente suscetíveis evoluíram para cepas resistentes, capazes de sobreviver ao tratamento com antibióticos.

Cerca de 10% das populações de bactérias intestinais desenvolveram resistência rapidamente por meio de uma mutação em um gene conhecido como gyrA. Essa mutação alterou especificamente uma enzima (DNA girase), tornando a ciprofloxacina ineficaz contra essas bactérias.

•O impacto do gyrA — De acordo com o estudo, das 2,3 milhões de variantes genéticas identificadas pela reconstrução de 5.665 genomas, 513 delas sofreram alterações radicais no gene gyrA. Além disso, um relatório do Medical Xpress sobre o estudo em destaque observou:

Uma vez estabelecidas, as varreduras de gyrA persistiram por mais de 10 semanas e previa-se que permaneceriam detectáveis ​​por até um ano. Mutações adicionais associadas à resistência ocorreram em outros genes, embora esses eventos fossem menos comuns e aparecessem em menos espécies. 4

•As bactérias resistentes apresentam anormalidades distintas — Normalmente, as bactérias que desenvolvem resistência sofrem alguma perda de aptidão — a capacidade das bactérias de se adaptarem e sobreviverem. 5

No entanto, a mutação gyrA observada no estudo em destaque praticamente não teve impacto negativo na função bacteriana. Em outras palavras, essas bactérias resistentes não pagaram um “preço” biológico pela resistência, tornando sua persistência a longo prazo extremamente provável.

•Bactérias resistentes a medicamentos se multiplicam com rapidez e facilidade — A equipe observou que, durante o experimento, várias espécies bacterianas não relacionadas desenvolveram independentemente a mesma mutação gyrA. Isso indica que as bactérias se adaptam e se protegem rapidamente dos antibióticos.

A natureza duradoura dessa resistência foi igualmente preocupante. Mesmo 10 semanas após o término do tratamento com antibióticos, as bactérias resistentes permaneceram dominantes no intestino dos participantes. Usando modelos preditivos, os pesquisadores projetaram que essas cepas persistiriam por aproximadamente um ano sem qualquer exposição adicional a antibióticos.

•Cepas benéficas são expulsas — Os pesquisadores observaram um fator importante que influencia o desenvolvimento de resistência: a população de bactérias no intestino. Cepas que começaram com populações maiores apresentaram reduções mais drásticas em número durante o tratamento com antibióticos, seguidas por um rápido aumento de cepas resistentes posteriormente.

•Traços bacterianos que criam resistência permanecem no seu intestino — Você ainda não está livre, mesmo depois de interromper os antibióticos e o microbioma ter se estabilizado. De acordo com os pesquisadores, as bactérias que vivem no seu intestino foram permanentemente alteradas pelos antibióticos, fazendo com que novas bactérias que entram no seu corpo também ganhem resistência:

“As populações comensais podem, portanto, atuar como reservatórios para características de resistência que podem ser transferidas para bactérias patogênicas por meio da transferência horizontal de genes, além da interação com antibióticos.” 6

A principal conclusão aqui é que mesmo o uso de antibióticos em curto prazo cria condições para que bactérias resistentes persistam e causem disbiose intestinal a longo prazo. Sabendo disso, fica claro que evitar antibióticos, a menos que necessário, é essencial para preservar o microbioma intestinal e reduzir o risco de infecções bacterianas resistentes a antibióticos.

O uso de antibióticos em seu país afeta sua saúde intestinal

Em um estudo semelhante publicado na Nature Communications, pesquisadores revelaram como o uso de antibióticos, desta vez em uma perspectiva nacional, molda o microbioma intestinal humano. Eles analisaram amostras de 3.096 participantes que atualmente não tomam antibióticos em 10 países, observando especificamente os genes de resistência a antibióticos (ARGs), que são marcadores que indicam a capacidade das bactérias de resistir aos antibióticos .

Os pesquisadores agruparam esses microbiomas intestinais em dois padrões distintos, também conhecidos como “resistótipos”, com base na quantidade e no tipo de ARGs que continham. O primeiro resistótipo incluiu microbiomas intestinais com menos genes de resistência, enquanto o segundo foi marcado por níveis significativamente mais altos desses genes de resistência.

•Maiores taxas de vendas de antibióticos fizeram com que os países apresentassem microbiomas intestinais mais resistentes — Os pesquisadores relataram que pessoas de países onde as vendas de antibióticos eram altas, como Espanha, Itália e Grécia, apresentaram níveis notavelmente mais altos de ARGs em seus microbiomas intestinais em comparação com pessoas em países com vendas menores de antibióticos, como Holanda e Dinamarca.

•Genes de resistência são persistentes — Mesmo que o uso de antibióticos diminua repentinamente, os ARGs podem persistir por anos ou até décadas em uma população. Isso ocorre porque esses genes se alojam profundamente nas bactérias comensais residentes — os micróbios benéficos normalmente encontrados no intestino.

O resultado? Países que historicamente tiveram alto uso de antibióticos mantêm níveis elevados de resistência muito depois que os padrões de uso mudam, expondo gerações de pessoas a um risco maior de infecções resistentes a antibióticos.

•Viagens internacionais influenciam a resistência a antibióticos — Quando viajantes de países com baixa resistência visitavam países com alta resistência, seus microbiomas intestinais se adaptavam rapidamente, adquirindo novos ARGs de populações bacterianas locais. Ao retornarem ao país de origem, essas bactérias continuaram a prosperar e se espalhar, criando focos localizados de resistência mesmo em regiões anteriormente não afetadas.

•O uso de antibióticos cria condições ideais para a disseminação da resistência — Embora os antibióticos tenham como objetivo matar bactérias nocivas, eles também criam um ambiente favorável ao desenvolvimento de cepas resistentes. Com menos competidores, as bactérias resistentes começam a assumir o controle, aderindo firmemente ao microbioma intestinal. “O uso de antibióticos impõe uma pressão seletiva, não apenas sobre os patógenos alvo, mas sobre todo o microbioma”, disseram os pesquisadores. 8

•Pessoas que não consomem têm microbiomas intestinais mais diversos — Sem surpresa, os pesquisadores notaram que os antibióticos impactam significativamente a diversidade do microbioma intestinal:

“Concentrando-nos no microbioma intestinal, observamos dois fenômenos distintos. O primeiro, observado em indivíduos saudáveis ​​que não tomavam antibióticos, foi uma diferença substancial tanto na abundância total mediana de ARG (cinco vezes maior) quanto na riqueza (quatro vezes maior) entre os países.” 9

Em última análise, este estudo demonstra como as políticas nacionais afetam a saúde pública. Ao defender diretrizes responsáveis ​​sobre antibióticos e, ao mesmo tempo, evitar prescrições desnecessárias, o risco de desenvolver cepas resistentes será menor, tanto para você quanto para o público.

A ingestão de antibióticos durante a infância altera a saúde intestinal

Um estudo publicado na Microbiome investigou como o uso de antibióticos na infância afeta as bactérias intestinais a longo prazo. Especificamente, pesquisadores da China buscaram entender exatamente como os antibióticos administrados na infância podem afetar permanentemente as redes microbianas intestinais, influenciando a saúde geral e o metabolismo na idade adulta. 10

O estudo utilizou um modelo animal, fornecendo uma estrutura clara para a observação dos efeitos a longo prazo. Os indivíduos testados receberam ceftriaxona — um antibiótico comumente prescrito para crianças — por oito dias consecutivos, quando tinham quatro semanas de idade. Em seguida, os pesquisadores monitoraram de perto suas bactérias intestinais e seu metabolismo por 14 meses, um período equivalente ao início da idade adulta em humanos.

•Mesmo um tratamento curto com antibióticos no início da vida reduziu significativamente a diversidade bacteriana — além disso, essa diversidade nunca se recuperou totalmente. Em termos mais simples, o microbioma intestinal deles perdeu permanentemente muitas espécies bacterianas importantes, tornando-se menos robusto e menos eficaz em promover uma digestão saudável e a função imunológica.

•Ocorreram alterações substanciais na estrutura da comunidade microbiana — A rede microbiana, que são as interações complexas entre diferentes espécies bacterianas, foi bastante simplificada após a exposição a antibióticos.

Normalmente, um intestino saudável possui muitas bactérias diversas interagindo como uma teia densa e estável. Após o uso de antibióticos, no entanto, os pesquisadores encontraram menos conexões entre as espécies bacterianas, o que significa que a comunidade microbiana se tornou fragmentada e frágil. Isso tornou o microbioma mais vulnerável a futuras perturbações.

•A administração precoce afeta significativamente a saúde intestinal na vida adulta — Embora os antibióticos tenham sido administrados apenas brevemente no início da vida, os danos persistiram por pelo menos 14 meses, o que representa essencialmente uma vida inteira para os indivíduos testados. Em outras palavras, a pesquisa sugere que o uso de antibióticos na infância afetará a saúde intestinal com o passar do tempo.

•Cepas-chave são afetadas — O estudo destacou como o tratamento precoce com antibióticos remove especificamente as bactérias “chave”. Isso se refere a “táxons com alto impacto na estrutura e no funcionamento dos ecossistemas”. Neste caso, “chaves” significam bactérias que ajudam a manter o equilíbrio e a estabilidade dentro da comunidade microbiana. Quando os antibióticos eliminaram esses agentes cruciais, todo o ecossistema bacteriano se desintegrou e nunca se recuperou completamente:

“[O] número de pedras-chave do grupo antibiótico no 1º ao 7º mês foi obviamente menor do que o do grupo controle, indicando que o uso de antibióticos reduziu claramente o número de espécies-chave nos MENs intestinais. Os números de pedras-chave no 8º, 9º, 10º e 12º meses foram semelhantes entre os dois grupos. Mas flutuações óbvias apareceram no 11º, 13º e 14º meses”, disseram os pesquisadores. 11

Perguntas frequentes sobre o uso e a resistência de antibióticos

P: Como as bactérias se tornam resistentes aos antibióticos?

R: As bactérias desenvolvem resistência a antibióticos por meio de diversas estratégias biológicas sofisticadas — resistência intrínseca, resistência adquirida, alterações genéticas e transferência de genes. Cada um desses métodos é diferente, mas o resultado final é o mesmo: um microbioma intestinal comprometido.

P: O uso de antibióticos em curto prazo pode causar efeitos duradouros no intestino?

R: Sim. Pesquisas demonstraram que o uso de antibióticos em curto prazo terá efeitos significativos e duradouros no microbioma intestinal. Tomar ciprofloxacino por apenas cinco dias foi suficiente para que as bactérias intestinais desenvolvessem resistência. Em poucos dias, as bactérias antes vulneráveis ​​evoluíram para cepas capazes de sobreviver ao antibiótico. Essas cepas resistentes permaneceram prevalentes no intestino por pelo menos dez semanas após o tratamento e a previsão era de que persistissem por até um ano.

P: Como o uso nacional de antibióticos afeta a saúde intestinal individual?

R: O nível de uso de antibióticos em cada país impacta diretamente a saúde intestinal de sua população. Pessoas em países com alto consumo de antibióticos, como Espanha, Itália e Grécia, tendem a apresentar mais genes de resistência a antibióticos em seus microbiomas intestinais, mesmo que não tenham tomado antibióticos recentemente.

Essa presença generalizada de genes de resistência decorre da exposição ambiental, que afeta todos os que vivem nessas áreas. Além disso, indivíduos que viajam de países com baixo uso de antibióticos para países com alto uso frequentemente adquirem bactérias resistentes durante a estadia.

P: Quais são as consequências a longo prazo do uso de antibióticos na infância?

R: O uso de antibióticos na infância pode causar danos permanentes à saúde intestinal. Pesquisas constataram que um curto período de antibióticos reduziu significativamente a diversidade de bactérias intestinais, e que essa diversidade nunca se recuperou totalmente, mesmo após um período prolongado. A estrutura da rede microbiana tornou-se fragmentada, tornando o microbioma intestinal mais vulnerável a distúrbios futuros.

Dr. Mercola

OBS.: Podemos verificar questões intestinais por QRMA, Biorressonância Eletrônica e outras opções. Temos terapias frequenciais para auxiliar o intestino.

Fontes e referências:

Eletricidade no corpo

‣ Curiosamente, o coração é um órgão que não desenvolve câncer. É o órgão com a carga mais positiva do corpo.

‣ As células são como motores em miniatura, alimentados pelos nutrientes dos alimentos que ingerimos e pelo oxigênio que respiramos.

‣ Os elétrons armazenados nas mitocôndrias fornecem a ignição, sem a qual as células do corpo começam a morrer.

• Se um número suficiente de células morre, os órgãos deixam de funcionar adequadamente e desenvolvemos uma doença crônica e com risco de vida. O corpo precisa de combustível/energia para funcionar adequadamente.

O que acontece quando as células perdem energia?

  • As células sanguíneas desempenham um papel muito importante no transporte de nutrientes e oxigênio no corpo, enquanto absorvem toxinas ou enzimas dos principais órgãos.
  • Quando a voltagem celular diminui, as células sanguíneas começam a se aglomerar, reduzindo assim sua capacidade funcional.
  • A aglomeração de células sanguíneas também restringe o fluxo através de nossos capilares estreitos, e os órgãos vitais também não recebem oxigênio e nutrientes suficientes (nossa terapia de laser Ilib ajuda na reparação da aglomeração). Os resíduos começam a se acumular, enfraquecendo nossos corpos com o tempo (nossas terapias de desintoxicação frequencial auxiliam na eliminação desses resíduos).
  • Esse corpo fraco se torna um lar adequado para várias bactérias, parasitas e vírus, resultando na manifestação de doenças (nossas terapias de tratamentos frequenciais combatem bactérias, parasitas, vírus e muito mais. Além de energizarem órgãos e tecidos para reparação).

Temos também a terapia pemf que atua no corpo em nível celular para estimular o metabolismo celular e melhorar a saúde. É uma forma segura e natural de literalmente recarregar o corpo para que ele possa alcançar uma saúde melhor.

Como os microplásticos transformam bactérias inofensivas em mortais

Uma garrafa plástica de água da qual você acabou de beber. A embalagem de comida para viagem em que seu almoço chegou. As roupas sintéticas que você está usando agora. Esses itens do dia a dia estão participando silenciosamente de um dos experimentos de saúde mais perigosos da história da humanidade : transformar bactérias inofensivas em superbactérias resistentes a antibióticos em seu próprio corpo.

Embora tenhamos sido ensinados a temer os germes, um novo estudo sugere que o verdadeiro vilão pode ser os fragmentos microscópicos do nosso estilo de vida dependente de plástico que se infiltraram em tudo, desde a água potável até a corrente sanguínea.

Resultados chocantes de laboratório revelam como os microplásticos sabotam a eficácia dos antibióticos

O estudo revelado publicado em Microbiologia Aplicada e Ambiental expõe bactérias E. coli a microplásticos menores que 5 mm – aproximadamente o tamanho de uma borracha de lápis – com resultados preocupantes. As bactérias que entraram em contato com essas partículas de plástico infectaram surpreendentemente CINCO VEZES mais resistentes a quatro dos antibióticos mais comumente prescritos em comparação com bactérias cultivadas sem exposição ao plástico.

A equipe de pesquisa cultivou a cepa MG1655 de E. coli em caldo especializado, expondo a bactéria aos microplásticos por 48 horas – tempo suficiente para que as bactérias formassem biofilmes protetores nas superfícies plásticas. Eles testaram oito concentrações diferentes de microplásticos para medir o impacto no crescimento bacteriano e na resistência a antibióticos.

Os resultados foram inegáveis: a exposição a microplásticos infectados maior resistência a quase todos os antibióticos testados, tornando esses medicamentos que salvam vidas cada vez mais ineficazes.

Por que isso ameaça a segurança da saúde de todos os americanos

Esta descoberta não poderia vir em um momento mais crítico.  A resistência às bactérias já ceifou mais de 35.000 vidas americanas anualmente, de acordo com o CDC, com mais de 2,8 milhões de infecções resistentes a antibióticos ocorrendo a cada ano somente nos EUA.

A bactéria científica – E. coli – é particularmente preocupante, pois certas cepas podem causar doenças graves, até mesmo fatais. E esta é apenas uma das muitas bactérias perigosas e resistentes a antibióticos, incluindo:

  • MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina): uma infecção mortal que ocorre principalmente em hospitais e causa mais de 120.000 mortes anualmente.
  • C. diff (Clostridioides difficile): Uma bactéria devastadora que causa colite grave e diarreia, infectando meio milhão de americanos anualmente

O mecanismo oculto que torna as superbactérias ainda mais fortes

Os cientistas identificaram uma forma alarmante de como os microplásticos aumentam a resistência bacteriana. Essas partículas de plástico fornecem superfícies perfeitas para as bactérias, formando escudos protetores chamados biofilmes – camadas pegajosas, semelhantes à limusine, que aderem às superfícies úmidas e protegem as bactérias dos antibióticos.

“Com base em suas observações, os autores do estudo concluíram que as células bacterianas que são melhores na formação de biofilmes tendem a crescer em microplásticos”, relata o The New Lede, “sugerindo que as partículas de plástico podem levar a infecções recalcitrantes no ambiente e no ambiente de saúde”.

Ainda mais preocupante, os pesquisadores descobriram que as passagens de bactérias com microplásticos formaram biofilmes mais fortes, mesmo após os microplásticos terem sido removidos — mostrando que essas partículas de plástico estão literalmente selecionando cepas bacterianas mais resistentes.

Os “pontos críticos” das águas residuais criam áreas de reprodução perfeitas para superbactérias

A perigosa combinação de microplásticos e bactérias se repete diariamente em nossos sistemas de águas residuais. Nas estações de tratamento, os cientistas se identificam como “pontos críticos” de resistência – locais onde os medicamentos descartados encontram fragmentos de plástico, criando condições ideais para que as bactérias melhorem a imunidade aos nossos medicamentos.

A cada ano, cerca de 20 milhões de toneladas de métricas de plásticos entram em nosso meio ambiente. Dentro das instalações de tratamento, esses resíduos plásticos fornecem superfícies perfeitas para que as bactérias se fixem, evoluam e, potencialmente, retornem às populações humanas por meio de diversas vias ambientais.

Os pesquisadores testaram tipos comuns de plástico encontrados em itens do dia a dia – polietileno de sacolas e garrafas, poliestireno de embalagens de alimentos e polipropileno de tampas de garrafas e recipientes. Cada tipo contribuiu para a resistência bacteriana, com eficácia variando de acordo com as características únicas da superfície do plástico.

O estudo examinou diversos tipos de materiais plásticos, incluindo polietileno, poliestireno e polipropileno, em diversos tamanhos. Todos os plásticos testados foram desenvolvidos para o aumento da resistência bacteriana, embora seus efeitos variassem dependendo de suas propriedades superficiais específicas e composição química.

Protegendo-se em um mundo cheio de ameaças invisíveis

À medida que esta crise piora, os especialistas recomendam várias estratégias para proteger você e sua família:

  • Minimize o uso de plásticos, especialmente itens de uso único, para reduzir a exposição a microplásticos
  • Evite o uso de antibióticos – esses medicamentos tornam-se menos eficazes a cada uso
  • Considere alternativas antibacterianas naturais quando protegidas, incluindo:
    • Mel (particularmente mel de Manuka)
    • Afresco de Gengibre
    • Cravo
    • Alho
    • Equinácea

Ao contrário das recomendações prescritas, que muitas vezes fazem você correr para o banheiro com diarreia ou sentir náuseas ou dia todo, essas alternativas naturais combatem as bactérias sem os efeitos colaterais colaterais. Eles também não são resistentes ao crescente problema de resistência que enfrentamos.

Os cientistas por trás desta pesquisa clamam por soluções reais. Isso não é algo que podemos resolver apenas com escolhas individuais. Embora reduza o uso de plástico para ajudar, precisamos de mudanças significativas na forma como nossas comunidades lidam com o lixo, especialmente em estações de tratamento de água, onde essa perigosa interação entre microplásticos e bactérias está acontecendo bem sob nosso nariz.

Como afirmou a equipe do estudo, precisamos urgentemente entender como os microplásticos e a resistência à interação de antibióticos, especialmente em locais que já enfrentam altas taxas de infecção e poluição plástica. Se não resolvermos esse problema agora, enfrentaremos um futuro em que infecções comuns poderão voltar a ser fatais, à medida que nossos medicamentos deixem de funcionar – tudo por causa dos fragmentos plásticos invisíveis que permitem que se infiltrem em praticamente todos os aspectos de nossas vidas.

As fontes para este artigo incluem:

Childrenshealthdefense.com
CDC.gov
Healthdata.org

OBS.: Através da biorressonância eletrônica conseguimos detectar frequencialmente a existência de microplásticos e muitos outros alérgenos no corpo. Temos também a terapia de desintoxicação de microplásticos e muito mais. Consulte!

Seu colchão pode ser a causa de sintomas inexplicáveis

As pessoas podem não perceber que muitos dos seus desconfortos podem estar relacionados ao local onde dormem.

Uma amiga minha que é editora de revista compartilhou uma história comigo: ela estava sentindo um desconforto persistente, incluindo dor no pescoço e nas costas, que não se resolvia apesar de ela tentar vários remédios. Um dia, por impulso, ela decidiu trocar seu colchão de 10 anos. Para sua surpresa, seus sintomas desapareceram em poucos dias.

“Muitas pessoas acordam de manhã com as costas duras ou doloridas. Isso pode ser um sinal de que o colchão está ficando velho”, disse Bert Jacobson, professor do MB “Bud” Seretean e professor regente da Escola de Cinesiologia, Saúde Aplicada e Recreação da Universidade Estadual de Oklahoma.

Nas últimas duas décadas, Jacobson liderou e participou de uma série de estudos sobre colchões. Ele identificou um fenômeno comum: quando as pessoas trocam para um novo colchão, os sintomas que antes as incomodavam geralmente desaparecem. Em sua pesquisa, muitos indivíduos relataram não sentir mais rigidez e dor ao acordar, sentindo-se mais revigorados e com menos estresse psicológico.

Ele observou que as pessoas podem não perceber que todos esses desconfortos estão relacionados com “aquilo em que você dorme”.

A vida útil de um colchão

“A idade média de um colchão é em torno de 10 anos”, disse Jacobson.

Em um de seus estudos anteriores, 59 participantes saudáveis ​​que usaram os mesmos colchões por uma média de 9,5 anos relataram dor leve relacionada ao sono e qualidade de sono comprometida. Depois de mudar para um novo colchão de firmeza média por quatro semanas, eles experimentaram uma redução de 48% na dor nas costas, uma melhora de 55% na qualidade do sono e uma redução de aproximadamente 20% no estresse.

Outro estudo envolveu participantes cujos colchões estavam em uso há 11,3 anos. Eles apresentaram melhoras significativas na saúde após a troca para novos colchões. Suas pontuações de estresse físico caíram significativamente de 2,57 para 1,73, o estresse psicológico diminuiu de 1,70 para 1,37 e eles dormiram mais.

A forma como um colchão sustenta seu corpo pode até influenciar o humor. Um novo estudo publicado em abril de 2024 mostrou que indivíduos de meia-idade com insônia ocasional que mudaram para um colchão de grade média-firme experimentaram melhorias significativas na duração do sono autorrelatada, fadiga e humor diurno, incluindo tensão, raiva, autoestima e vigor.

Heather A. Hausenblas, autora correspondente do estudo e professora de ciência do exercício no Brooks Rehabilitation College of Healthcare Sciences da Universidade de Jacksonville, disse que substituir um colchão é uma mudança simples, mas pode ter um impacto profundo.

As melhorias observadas no estudo a levaram a substituir seu próprio colchão velho por um novo há mais de um ano. “Eu o acho extremamente confortável”, ela disse.

Reconhecendo que simplesmente substituir um colchão pode aliviar ou eliminar a dor e o desconforto, Jacobson projetou um estudo para examinar o desgaste de colchões antigos, com foco nos colchões de molas mais comumente usados.

Ele e seus colegas coletaram 32 colchões velhos, cuja idade média era de nove anos. Ao extrair e testar as molas de sustentação de peso do centro dos colchões, bem como as molas sem sustentação de peso da cabeça e do pé, eles descobriram que, embora os colchões parecessem planos e as molas parecessem normais, as molas de sustentação de peso eram mais fracas do que as sem sustentação de peso devido a anos de compressão.

Especificamente, quando aproximadamente 1Kg de peso foram aplicadas a ambos os tipos de molas, as molas de sustentação de peso foram comprimidas em uma média de 1,09 polegadas. Em contraste, as molas sem sustentação de peso foram comprimidas em pouco mais de meia polegada, destacando uma diferença significativa.

Algumas pessoas acreditam que seus colchões, apesar de anos de uso, ainda estão em boas condições, mas isso é apenas uma ilusão. Jacobson explicou que áreas do colchão que não suportam peso podem parecer visualmente planas e, como uma colcha sempre as cobre, o colchão pode até parecer relativamente novo. No entanto, mesmo uma pequena quantidade de peso pode causar deformação significativa nas molas que suportam peso, comprometendo potencialmente seu suporte estrutural original. Isso pode resultar em má postura de sono e declínio na qualidade do sono.

Fatores em jogo

A frequência com que um colchão deve ser substituído varia de acordo com o material.

“Colchões de molas internas geralmente precisam ser substituídos mais rápido do que outros colchões devido ao desgaste das molas, enquanto colchões de espuma viscoelástica e látex podem durar mais por causa de seus materiais mais resilientes”, disse Shelby Harris, diretora de Saúde do Sono na Sleepopolis e psicóloga clínica licenciada especializada em medicina comportamental do sono. “O intervalo de substituição também depende da qualidade do colchão e de quão bem você cuida dele.”

Também depende de sua condição. “Se não for mais confortável e estiver implicado em distúrbios do sono”, é hora de substituí-lo, disse Moira Junge, CEO da Sleep Health Foundation na Austrália, professora clínica associada adjunta na Monash University e psicóloga da saúde.

Vale a pena notar que até mesmo colchões feitos do mesmo material ou de materiais similares podem variar em vida útil. Por exemplo, colchões de espuma de memória de baixa densidade tendem a ter vida útil mais curta do que os de alta densidade. Da mesma forma, colchões de látex sintético geralmente não duram tanto quanto os de látex natural.

Para um colchão de qualidade média, a maioria dos especialistas consultados geralmente concorda com um tempo de substituição de sete a 10 anos.

No entanto, indivíduos mais pesados ​​tendem a desgastar o colchão mais rapidamente. “Certa vez, tive um novo cliente que pesava 136Kg e me disse que precisava trocar o colchão todo ano”, disse Lee Carter, presidente da Sleep Essentials, Inc. Carter então recomendou um de seus colchões de látex de alta qualidade ao cliente. “Já faz vários anos, e ele ainda usa o colchão sem precisar voltar para trocar.”

Quando as pessoas consideram quanto tempo seu colchão vai durar, elas geralmente pensam na garantia de 20 ou 25 anos oferecida pelo varejista no momento da compra. No entanto, essas garantias cobrem principalmente a estrutura central do colchão e componentes específicos. Elas “não garantem o conforto ou o suporte”, enfatizou Jacobson. A redação desses contratos de garantia ou garantias geralmente é sutil, se não vaga. Os principais detalhes geralmente ficam ocultos nas letras miúdas, onde exclusões ou condições específicas são descritas.No entanto, ele também observou que colchões com um período de garantia estendido são provavelmente melhores do que aqueles sem garantia alguma.

Outras ameaças em colchões velhos

Ácaros e alérgenos

Um colchão velho não só compromete o suporte do seu corpo como também pode causar outros problemas.

Por exemplo, ácaros podem prosperar em um colchão velho. A pele humana se renova constantemente, eliminando uma média de 1,5 gramas de células mortas da pele por dia. Isso equivale a aproximadamente 500g de flocos de pele anualmente, a maioria dos quais se torna “poeira doméstica”.A contínua eliminação e acumulação de células da pele no ambiente não é um problema em si. O problema real é que essas células da pele servem de alimento para ácaros. Colchões velhos geralmente abrigam grandes populações desses ácaros. Eles são microscópicos, medindo cerca de 0,4 milímetros de comprimento, invisíveis a olho nu. Eles prosperam em condições quentes e úmidas com comida abundante, tornando os colchões seu habitat ideal.

Ácaros carregam vários alérgenos em suas fezes, exoesqueletos e ovos. Mais de 20 alérgenos conhecidos relacionados a ácaros podem desencadear reações alérgicas e contribuir para o desenvolvimento de dermatite atópica. Um estudo descobriu que aproximadamente metade dos lares dos EUA têm níveis de alérgenos de poeira iguais ou acima do nível presumido de sensibilização alérgica (> 2 microgramas por grama de poeira).

Alérgenos de ácaros em níveis que excedem 10 microgramas por grama (µg/g) de poeira são considerados prováveis ​​de induzir sintomas alérgicos. Um estudo conduzido em colchões em um dormitório para funcionários de hospital na Tailândia mostrou que, após nove meses de uso regular, o nível médio de alérgeno de ácaros em colchões de poliuretano tipo esponja aumentou para 11,2 µg/g de poeira. No 12º mês, esse nível havia dobrado.

O tipo de colchão também pode influenciar a densidade de ácaros. Um estudo inicial conduzido por cientistas noruegueses em mais de 100 colchões descobriu que colchões de espuma tinham cerca de três vezes mais probabilidade de abrigar excrementos de ácaros do que colchões de molas, e colchões de espuma sem capas tinham cinco vezes mais probabilidade de tê-los.

Pesquisadores no Brasil descobriram que a poeira coletada na superfície inferior dos colchões estava significativamente mais infestada de ácaros do que na superfície superior — 3,5 vezes mais.

Bactérias e mofo

Colchões podem absorver suor, saliva e outros fluidos corporais, criando um ambiente propício ao crescimento de fungos e bactérias. Microrganismos comuns encontrados em colchões incluem mofo e bactérias como Staphylococcus, Bacillus, Micrococcus e Pseudomonas.

Esses microrganismos podem causar uma série de sintomas, incluindo dor de cabeça, fadiga, aperto no peito, tosse, asma, alergias, irritação ocular e nasal, erupção cutânea e dor muscular. Para indivíduos com sistemas imunológicos enfraquecidos ou doença pulmonar crônica, as bactérias podem infectar os pulmões, potencialmente levando à pneumonite de hipersensibilidade .

Acredita-se também que o crescimento bacteriano em colchões esteja ligado a certos casos de síndrome da morte súbita infantil (SMSI). Um estudo de caso-controle conduzido há mais de 20 anos na Escócia, ao longo de 4,5 anos, encontrou uma associação significativa entre o uso rotineiro de colchões infantis velhos, particularmente aqueles de outras famílias, e um risco aumentado de SMSI.

Certos tipos de mofo podem desencadear inflamação excessiva e afetar negativamente o sistema nervoso, resultando em disfunção cognitiva e emocional e problemas comportamentais.

Os esporos de mofo prosperam em ambientes com umidade adequada. Manter a umidade interna abaixo de 50 por cento pode controlar efetivamente o crescimento de mofo. Desumidificadores e condicionadores de ar podem ajudar a atingir e manter esse nível de umidade.

Retardantes de chamas

Desde a década de 1970, regulamentações têm exigido a adição de retardantes de chamas a produtos de consumo. Essas substâncias são conhecidas por sua persistência, bioacumulação e toxicidade. De 2004 a 2017, controles regulatórios sobre esses produtos químicos foram gradualmente incluídos na Convenção de Estocolmo , um tratado global que protege as pessoas de poluentes orgânicos persistentes. Hoje, muitos dos controversos retardantes de chamas foram eliminados na maioria dos países.

No entanto, as famílias ainda podem estar usando colchões que contêm essas substâncias potencialmente perigosas. Os retardadores de chamas geralmente compreendem cerca de 3% a 7% do peso da espuma de poliuretano. Embora a US Consumer Product Safety Commission (CPSC) tenha aprovado uma petição em 2017 para parar de exigir retardadores de chamas, levará anos para eliminar essas substâncias tóxicas dos ambientes domésticos.

Um estudo de 2022 mostrou que capas de colchão continham retardantes de chamas, apesar das certificações para a espuma. Em quatro capas de colchão recém-adquiridas e testadas por pesquisadores, duas continham mais de 50% de fibra de vidro — um retardante de chamas comum usado em colchões — nas camadas internas. Os fragmentos de fibra de vidro, variando de 30 a 50 micrômetros de diâmetro, podiam ser inalados pelo nariz, boca e garganta.

Alguns materiais, como borracha natural e lã, são naturalmente resistentes a chamas. Optar por colchões feitos desses materiais pode ajudar a minimizar a exposição a retardantes de chamas.

Como retardar o envelhecimento do colchão

Girando e invertendo

Girar seu colchão a cada três a seis meses pode ajudar a reduzir impressões corporais e a formação de formas irregulares, estendendo assim sua vida útil. No entanto, esteja ciente de que alguns colchões com construções zoneadas ou em camadas — como aqueles com uma parte superior de espuma de memória e uma base de mola — podem não ser adequados para virar e devem ser girados apenas 180 graus horizontalmente, acrescentou Carter.

Métodos de limpeza adequados

Primeiro de tudo, a aspiração regular dos colchões é essencial. Um estudo demonstrou que a aspiração diária pode reduzir a poeira total no colchão em 78 por cento após oito semanas. Alérgenos de ácaros, bactérias e fungos também foram significativamente reduzidos.Aspirar é mais eficaz na remoção de ácaros do que usar uma escova para limpar o colchão.

Outro método de limpeza a seguir é lavar a roupa de cama em água quente semanalmente. Ácaros são sensíveis ao calor, e lavar itens de cama em água a temperaturas acima de 130 Fahrenheit (54 Celsius) pode efetivamente eliminá-los e seus alérgenos.

Por fim, limpe profundamente o colchão duas vezes por ano. Comece usando um aspirador de pó para limpar completamente a superfície do colchão, prestando atenção especial às fendas e costuras. Em seguida, remova quaisquer manchas e acúmulo de suor: misture 1 colher de chá de detergente de louça com 1 xícara de água morna, borrife a solução no colchão (para manchas difíceis, uma mistura de pasta de bicarbonato de sódio e água pode ser usada), deixe descansar por alguns minutos e depois esfregue com um pano úmido. Depois, polvilhe bicarbonato de sódio sobre o colchão para absorver a umidade e neutralizar odores. Em seguida, aspire o colchão completamente após o bicarbonato de sódio ter sido deixado por pelo menos uma hora.

Protetores de colchão

Quando se trata de preservar colchões, muitas pessoas pensam imediatamente em usar um protetor, particularmente à prova de ácaros ou à prova d’água — opções que ganharam ampla popularidade. No entanto, Carter observou que comprar um protetor requer consideração cuidadosa.

Carter recomenda pessoalmente que pessoas sem alergia a ácaros ou poeira cuidem de seus colchões lavando os lençóis semanalmente. Ele ressaltou que protetores de colchão podem reduzir um pouco o conforto — especialmente para colchões de espuma de memória, onde um protetor rígido pode dificultar a capacidade do colchão de se adaptar ao corpo.

Ele sugere que os consumidores tentem dormir em um colchão com e sem protetor para determinar qual opção é mais adequada para eles. Ele opta por não usar um protetor de colchão para garantir o máximo de conforto.

Para pessoas com alergia a ácaros ou poeira, é importante selecionar um protetor de colchão com um tamanho de poro de 0,5 micrômetros ou menor. Esses protetores geralmente têm uma vida útil mais curta do que o próprio colchão, durando cerca de dois a três anos.

Flora Zhao

Terapias Frequenciais e como funciona uma máquina de terapia frequencial

Temos mais de 60.000 protocolos de terapias frequenciais (são protocolos vindos de vários países), isso somente em um de nossos aparelhos.

São vários aparelhos não invasivos com várias possibilidades:

  • potencialização energética de órgãos e tecidos;
  • potencialização de capacidades (geração de novas redes neurais (apoio à demências), aprendizado, memorização, déficit de atenção, concentração, reprogramação mental);
  • tratamento a inúmeras patologias (as chamadas “doenças”), desde mais comuns a síndromes raras;
  • eliminação de patógenos (vírus, bactérias, fungos, leveduras);
  • desintoxicação (agrotóxicos, solventes, pesticidas, metais tóxicos, aflatoxinas, toxinas injetadas);
  • tratamentos emocionais (estresse, culpa, medo, ansiedade, traumas, relaxamento, mudanças, harmonização, intuição, energias destrutivas, e muito mais);
  • frequências ligadas a prosperidade (aumento de vibração, restauração e ativação da glândula pineal, terceiro olho, desbloqueio energético, limpeza energética, retorno à alma pura, espiritualidade, despertar, abundância positiva, sabedoria de vida entre muitas outras);
  • todos esses tratamentos acima, de forma não presencial (remota) – utilizando o entrelaçamento quântico

Nesses aparelhos, temos a propagação das frequências dos tratamentos nas mais diversas formas (luz de plasma, campos eletromagnéticos, luzes pulsadas no espectro visível, laser, infravermelho, energia escalar e outras).

Constantemente, nos surpreendemos com os resultados obtidos!

Permanecemos à sua disposição. Entre em contato!

Como funciona uma máquina de terapia frequencial

Nicola Tesla disse que se você deseja entender o Universo, pense em Energia, Frequência e Vibração.

Tudo no universo tem uma frequência vibratória, apropriadamente chamada de frequência ressonante.

Como funciona uma máquina frequencial? A teoria, de forma simples, pode ser entendida usando a analogia de uma cantora de ópera que pode quebrar um copo de cristal com sua voz. O copo está naturalmente vibrando em uma certa frequência, e quando a cantora canta uma nota contínua nessa frequência, o copo se quebra.

Da mesma forma, cada microrganismo (fungos, bactérias, vírus, parasitas, amebas, mofos, etc.) tem uma frequência única e específica (ou Taxa Oscilante Mortal). Quando você transmite mais dessa mesma frequência para o microrganismo, isso causa estresse estrutural, e o patógeno é desabilitado ou morre. Os ressonadores frequenciais geram ondas de ressonância que destroem organismos patogênicos prejudiciais sem causar nenhum dano aos usuários.

Tratamento à distância – remoto

Temos aparelhos que possuem uma maneira conveniente para as pessoas se tratarem sem estarem presas a uma máquina. Utilizam os princípios da física quântica e as propriedades de antena do DNA para transmitir frequências de cura através do que os físicos chamam de espaço não local. Você não precisa estar na mesma sala que a máquina, ou mesmo no mesmo país.

Albert Einstein chamou isso de “Ação fantasmagórica à distância”. A física moderna chama isso de “emaranhamento quântico”. Simplificando, significa que se qualquer parte de um único sistema for removida desse sistema para um local diferente, qualquer ação realizada na parte também será instantaneamente realizada no sistema pai, e vice-versa. Parece algo saído de Star Trek, mas é ciência real, e funciona surpreendentemente bem. O tratamento remoto pode ser realizado 24/7, enquanto vocês faz outras atividades.