Quando a doença não tem nome: como a sabedoria tribal desbloqueia a raiz da verdadeira cura

Em um mundo onde os nomes das doenças são tão comuns quanto o ar que respiramos, é fácil esquecer que a linguagem não apenas descreve nossa realidade, mas a cria. Em vários estudos antropológicos, as tribos indígenas que viviam em profunda conexão com a natureza estavam livres de muitas das doenças crônicas que assolam o mundo moderno. Mas mais do que apenas suas dietas ou estilos de vida, uma descoberta curiosa se destacou:

Eles nem mesmo tinham nomes para muitas de nossas doenças comuns.

Nenhuma palavra para câncer.
Nenhum termo para ansiedade.
Nenhum rótulo para depressão.
Em muitos casos, nem mesmo um conceito para doença como a definimos.

O poder da linguagem na saúde

No sistema médico moderno, nomear uma condição é visto como o primeiro passo para o tratamento. Mas a sabedoria indígena sugere algo radical: nomear também pode ser o primeiro passo para a manifestação.

Palavras são frequência. Elas são energia. E quando faladas com frequência suficiente, elas se enraízam profundamente em nossas células, nossos pensamentos, nossa identidade.

A crença antiga, muitas vezes ecoada nas tradições espirituais, é: “Não fale daquilo que você não quer que cresça”.

Imagine uma cultura onde não há estrutura linguística para apoiar a ideia de fadiga crônica ou distúrbio autoimune. Isso não apenas protege a mente de se apegar a uma identidade limitante, mas também pode proteger o corpo de desenvolver a condição em primeiro lugar.

A ciência moderna está se atualizando

A epigenética mostra que nosso ambiente, crenças e estados emocionais afetam a forma como nossos genes se expressam. O efeito placebo, há muito considerado um incômodo na pesquisa, agora está sendo reexaminado como prova de que a crença pode desencadear uma mudança biológica real.

Mas e se a linguagem for o fator ambiental mais negligenciado de todos?

Quando você constantemente diz “minha artrite” ou “minha depressão”, você afirma isso. Você se alinha com ela. Você cria ressonância com a energia dessa doença.

As tribos indígenas, por nunca reivindicá-la, podem nunca tê-la ancorado em sua biologia em primeiro lugar.

Ferramentas de Cura Energética e Frequência: Um Retorno à Fonte

Hoje, curandeiros com visão de futuro estão recuperando esse conhecimento, misturando a sabedoria tribal com a medicina energética moderna. Ferramentas como terapias frequenciais estão provando o que nossos ancestrais já sabiam: o corpo é elétrico. E quando você o alimenta com as frequências certas, ele se lembra de como se curar.

Terapias frequenciais estão ajudando milhares de pessoas a reajustar seus sistemas de energia sem rotular, diagnosticar ou patologizar todos os desequilíbrios. O foco não está na doença, mas no retorno à coerência, equilíbrio e vitalidade.

Essas tecnologias não “tratam” doenças. Em vez disso, eles restauram a harmonia vibracional para que o corpo possa fazer o que foi projetado para fazer para se curar.

O que você pode fazer hoje

  1. Cuidado com suas palavras – Substitua “minha dor” por “esta sensação” ou “este sinal”.
  2. Concentre-se no bem-estar, não na doença – Fale sobre vitalidade, energia, clareza.
  3. Use ferramentas baseadas em frequência.
  4. Explore a sabedoria alternativa – Leia, pesquise e conecte-se com tradições que nunca ensinaram a existência de doenças.

Pensamento final
As culturas tribais podem não ter tido nossa ciência, mas tiveram algo que perdemos: um relacionamento profundo e inabalável com a linguagem da vida. Talvez o futuro da cura não esteja em nomear mais doenças. Talvez seja em lembrar que o que não nomeamos, não precisa viver em nós.

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Um vírus é literalmente uma frequência

Vírus = Frequência: O Futuro da Compreensão Viral e da Regulação Energética

A compreensão convencional dos vírus está enraizada na bioquímica: material genético envolto por uma cápsula proteica, infectando células para se replicar. Mas, à medida que a ciência se conecta aos domínios da biologia quântica e da bioenergética, surge um novo paradigma: um vírus não é apenas um invasor biológico; é também um pacote de informações baseado em frequência. Essa reformulação não apenas muda a forma como entendemos a doença, mas também como abordamos a cura.

Um vírus é literalmente uma frequência

Em seu nível mais fundamental, um vírus é um pacote de informações estruturadas. Não tem metabolismo, nem locomoção, nem consciência. É ativado, não vivo no sentido tradicional. O corpo não interage com vírus puramente em uma base química; ele reage à sua assinatura de frequência. Cada molécula, cada estrutura – biológica ou não – tem um padrão vibracional, e os vírus não são exceção.

Essa identidade baseada em frequência não é metafórica. As fitas de DNA e RNA dentro dos vírus emitem campos eletromagnéticos mensuráveis. A forma de suas conchas de proteína é guiada por princípios de geometria sagrada, codificados por estados quânticos. Sua interação com as células humanas depende da compatibilidade eletromagnética, assim como os diapasões devem ressoar para transferir o som.

O que isso significa: um vírus não “ataca” aleatoriamente, ele ressoa em atividade quando o terreno eletromagnético do hospedeiro corresponde ao seu código.

A frequência não ataca, ela reprograma

A virologia tradicional procura “matar” o vírus. Mas os vírus não são organismos vivos da mesma forma que as bactérias. São cápsulas de dados programáveis. O que acontece quando você introduz um sinal que interrompe ou substitui o código interno do vírus?

  • Você o desestabiliza.
  • Você o decodifica.
  • Você o devolve a um estado dormente ou desmontado, sem precisar destruir nada.

Isso é exatamente o que a terapia de frequência faz. Frequências específicas, geralmente em formatos de forma de onda quadrada ou em rampa, quebram as janelas de ressonância que os vírus usam para se ligar, replicar e escapar da resposta imune. É como cancelar uma senha antes que a porta se abra. O vírus não pode mais “falar a língua” da célula.

Assim como um cantor de ópera pode quebrar um copo combinando sua frequência de ressonância, podemos usar a frequência para desestabilizar a integridade viral sem qualquer intervenção química.

Por que as abordagens químicas geralmente ficam aquém

Antivirais, antibióticos e até vacinas são projetados a partir de uma estrutura materialista. Eles têm como alvo o revestimento proteico do vírus ou sua capacidade de se replicar. Mas eles não abordam o campo que permite a ativação viral em primeiro lugar.

Muitas pessoas carregam vírus latentes como o vírus Epstein-Barr (EBV), citomegalovírus (CMV) ou vírus herpes simplex (HSV) por anos sem sintomas. Por que? Porque seu terreno energético não corresponde ao padrão de ativação do vírus. Quando isso muda, por meio de estresse, exposição a campos eletromagnéticos, trauma ou imunossupressão, o vírus volta a ser ativado.

Este é o princípio fundamental: um vírus não precisa sofrer mutação para reaparecer – ele só precisa de um hospedeiro energético compatível.

Portanto, abordar o biocampo, o sistema nervoso e o equilíbrio da frequência celular pode prevenir a atividade viral de forma mais eficaz do que intervenções químicas repetidas.

A correlação 5G: coincidência ou design?

Muita controvérsia envolve o lançamento de redes sem fio 5G, principalmente durante o surgimento da pandemia. Enquanto a ciência convencional tenta dissociar esses eventos, a biologia energética oferece uma explicação convincente.

A tecnologia 5G opera em frequências de ondas milimétricas, dramaticamente diferentes do 4G. Essas frequências de banda alta interagem com os canais de cálcio celular, perturbam a integridade da barreira hematoencefálica e induzem o estresse oxidativo. O resultado: uma mudança no terreno eletromagnético do corpo.

O que acontece quando os vírus latentes são expostos a uma mudança repentina de frequência?

Eles acordam.

Um estudo importante publicado na Environmental Health Perspectives demonstrou que campos eletromagnéticos de 50 Hz podem ativar genes do vírus Epstein-Barr em células linfóides humanas. Este estudo revisado por pares confirmou que mesmo campos de baixa frequência, comumente emitidos por linhas de energia e eletrônicos domésticos, alteram a expressão gênica viral em indivíduos suscetíveis. PubMed

Em essência, o 5G pode atuar como um interruptor de ignição para vírus adormecidos. Não causa infecção, causa ativação em hosts que já carregam o código.

Um futuro baseado na frequência

Toda a natureza da vida é baseada em vibração, frequência e informação. À medida que avançamos, a cura ocorrerá cada vez mais, não pela força, mas pelo ajuste. Assim como as frequências dissonantes podem criar doenças, os campos coerentes podem restaurar o equilíbrio.

Os vírus representam uma camada antiga de nosso projeto energético. Eles emergem quando estamos em desarmonia e recuam quando o campo está livre.

Sob essa luz, os vírus não são inimigos a serem temidos, mas mensagens a serem decodificadas.

Conclusão

Sim, um vírus é uma frequência. E isso não é apenas poético, é acionável. Ao usar a terapia de frequência direcionada, não combatemos apenas os vírus. Acabamos com a ressonância que permite que eles existam.

Em vez de confiar apenas em produtos químicos e modelos de doenças baseados no medo, agora temos acesso a ferramentas de precisão – harmônicos, PEMF, geometria sagrada e terapêutica de forma de onda – não apenas para prevenir a ativação viral, mas para reprogramar o corpo em coerência.

Não estamos desamparados contra epidemias virais.

Somos seres vibracionais – e a frequência é o nosso remédio.

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Mãe e filho, para sempre ligados: a ciência do microquimerismo

Microquimerismo: O Vínculo Celular Oculto Entre Mãe e Filho Que Cura, Protege e Perdura

Introdução: Um vínculo biológico além do nascimento

Toda mãe já sentiu isso — aquela sensação inabalável de que algo está errado, mesmo quando o filho está longe. Durante décadas, essa “intuição materna” desafiou a explicação científica. Mas agora, um crescente corpo de pesquisas está revelando um fenômeno biológico impressionante que pode estar na raiz desse vínculo: o microquimerismo — a presença prolongada de células fetais no corpo da mãe, e vice-versa.

O microquimerismo não é apenas uma noção poética; é uma troca celular cientificamente documentada que ocorre durante a gravidez, entrelaçando mãe e filho em uma tapeçaria biológica compartilhada. Estudos recentes sugerem que essas células microquiméricas podem ajudar a curar tecidos lesionados, equilibrar a função imunológica e até mesmo influenciar as emoções e a cognição.

Este artigo explora a fascinante ciência por trás do microquimerismo, suas implicações para a saúde materna, imunidade e conectividade emocional, e por que esse fenômeno pouco reconhecido merece nossa atenção no mundo da saúde holística e da cura natural.

O que é microquimerismo?

O termo microquimerismo descreve a presença de um pequeno número de células geneticamente distintas dentro de um organismo hospedeiro. Durante a gravidez, as células fetais atravessam a barreira placentária e entram na corrente sanguínea da mãe. Essas células não desaparecem após o nascimento. Em vez disso, alojam-se em vários órgãos maternos – incluindo o coração, o fígado, os pulmões, os rins e até mesmo o cérebro – onde podem persistir por décadas. [1]

Da mesma forma, as células maternas migram para o feto em desenvolvimento, incorporando-se aos seus tecidos. Essa troca bidirecional cria um elo físico duradouro — um “aperto de mão celular” microcósmico que desafia a finalidade do nascimento.

Longe de serem passageiros inertes, essas células podem se diferenciar, responder a lesões e potencialmente alterar processos imunológicos e inflamatórios . [2] Em essência, partes do seu filho permanecem com você por toda a vida, e vice-versa — um eco celular da gestação.

O poder de cura das células fetais

Uma das revelações mais empolgantes sobre o microquimerismo é seu potencial regenerativo. Um estudo inovador de 2015 descobriu que células fetais em corpos maternos migraram para o tecido cardíaco danificado após a lesão, sugerindo que essas células podem participar do reparo tecidual. [3]

Este fenômeno natural oferece um exemplo elegante do que a natureza faz de melhor: criar redundância, reparação e resiliência. As células fetais presentes no tecido materno parecem se comportar como células-tronco, migrando para locais de lesão e participando da regeneração.

Outro estudo encontrou células fetais nos tecidos da tireoide e da pele materna, onde pareciam se integrar às estruturas dos tecidos locais e até mesmo assumir funções especializadas. [4] Isso abre as portas para a ideia revolucionária de que a gravidez não é apenas um evento reprodutivo — é uma atualização biológica.

Modulação Imunológica: Pacificadores no Corpo

No sistema imunológico, as células microquiméricas podem desempenhar o papel de diplomatas — equilibrando a reatividade com a tolerância. Durante a gravidez, o sistema imunológico da mãe precisa aprender a tolerar o feto, que é geneticamente meio estranho. Esse equilíbrio é parcialmente mediado pelas células fetais, que podem ajudar a educar o sistema imunológico materno para evitar atacar o feto.

Mas esse processo não termina após o parto.

Células fetais persistentes podem continuar a modular o sistema imunológico de maneiras que reduzem a inflamação ou ajudam a resolver conflitos imunológicos.

De fato, estudos têm demonstrado que células microquiméricas podem influenciar a progressão de doenças autoimunes , ora exacerbando, ora amenizando os sintomas, dependendo do contexto. [5]

Elas também podem desempenhar um poderoso papel regenerativo. Em um estudo notável, células fetais foram encontradas incorporadas aos tecidos hepático e pulmonar maternos, onde se diferenciaram em múltiplas linhagens — sugerindo participação ativa na regeneração e reparo de órgãos após lesão. [6] Em vez de serem remanescentes inertes da gravidez, essas células atuam como agentes de reparo móveis, incorporados ao sistema materno por muito tempo após o nascimento.

Este sistema de suporte biológico oferece não apenas cura, mas potencial resiliência contra condições degenerativas crônicas.

Efeitos protetores contra doenças

Uma das descobertas mais intrigantes neste campo é a associação entre microquimerismo e risco reduzido de certos tipos de câncer . Um estudo de 2007 publicado na Cancer Research descobriu que mulheres com microquimerismo fetal masculino no sangue apresentavam menor risco de câncer de mama. [7] Os pesquisadores levantaram a hipótese de que células fetais poderiam vigiar tecidos maternos e destruir células malignas emergentes — uma forma surpreendente de vigilância imunológica natural.

Outros estudos sugerem que células microquiméricas podem fornecer vantagens imunológicas específicas ao tecido ou até mesmo funcionar como um tipo de “transplante interno” contínuo que auxilia na vigilância e na cura.

Esses dados convidam a uma reconsideração da visão tradicional da gravidez como um estado imunologicamente “de risco”. Em vez disso, retratam a gravidez como um evento adaptativo que oferece benefícios de proteção a longo prazo tanto para a mãe quanto para o bebê.

Microquimerismo no cérebro: uma base para a intuição?

Talvez a descoberta mais misteriosa e emocionalmente ressonante sobre o microquimerismo seja a presença de células fetais no cérebro materno.

Um estudo de 2012 encontrou DNA masculino nos cérebros de mulheres que tiveram filhos homens, sugerindo que as células fetais não apenas chegam ao cérebro, mas podem sobreviver por décadas. [8] Embora a função dessas células permaneça especulativa, alguns pesquisadores sugerem que elas podem participar da neuroproteção, neuroplasticidade ou até mesmo afetar o humor e a cognição.

Poderia ser esta a base científica para o chamado “sexto sentido” de uma mãe — aquela consciência profunda e pré-verbal do bem-estar de seu filho?

Se as células fetais estiverem de fato integradas ao cérebro materno, elas podem formar pontes celulares entre os centros cognitivos e emocionais, potencialmente influenciando o comportamento e aprofundando a conexão emocional entre mãe e filho.

Microquimerismo e o futuro da saúde de todo o corpo

Embora alguns investigadores permaneçam cautelosos — destacando potenciais ligações entre o microquimerismo e doenças autoimunes como o lúpus ou a esclerodermia — um crescente conjunto de provas aponta para os seus papéis protetores e reparadores. [9]

No futuro, o microquimerismo poderá informar novas abordagens que:

  • Use células semelhantes às fetais para regeneração de órgãos
  • Modular a função imunológica em condições autoimunes
  • Fortalecer o vínculo mãe-filho em casos de desequilíbrio pós-parto
  • Ajuda a prever ou prevenir certos tipos de câncer e doenças crônicas

Além disso, entender esse legado celular pode nos ajudar a desenvolver modelos mais sofisticados de bem-estar materno, que integrem imunidade, neurobiologia e reparo celular por meio da lente do cuidado de todo o corpo.

Repensando o vínculo mãe-filho

Frequentemente conceituamos a relação mãe-filho em termos puramente emocionais ou psicológicos. Mas o microquimerismo nos mostra que esse vínculo é literal — uma conexão celular que transcende o nascimento e persiste até a idade adulta.

Essa companhia celular serve como uma bela metáfora para nossa interconexão, mas também como um poderoso lembrete: nunca estamos verdadeiramente sozinhos. Uma mãe carrega pedaços de seus filhos dentro de si, e os filhos carregam ecos de suas mães, não apenas emocionalmente, mas biologicamente.

Em uma era de crescente mecanização médica, o microquimerismo oferece uma visão natural e inspiradora da inteligência do corpo humano — e sua extraordinária capacidade de conectar, proteger e curar.

Conclusão: O Eco Celular do Amor

O fenômeno do microquimerismo desafia a visão compartimentada da ciência moderna sobre a gravidez como um evento biológico finito. Em vez disso, revela a gravidez como uma troca que altera a vida — um compartilhamento de legados celulares que continua a moldar a saúde, a imunidade e talvez até a consciência, muito depois de a criança ter saído do útero.

À medida que as abordagens de saúde holística continuam a explorar os mistérios mais profundos da natureza, o microquimerismo se destaca como um poderoso símbolo de conexão, resiliência e renovação. Essas células — silenciosas, invisíveis, mas sempre presentes — nos lembram que a biologia costuma ser mais poética do que imaginamos.

Dr. Joel Bohemier


Referências

1. Fjeldstad, HE, et al. ” Microquimerismo de células fetais e saúde materna: uma revisão .” American Journal of Reproductive Immunology , vol. 84, n.º 6, 2020.

2. Harrington, WE, et al. ” Transferência bidirecional de células durante a gravidez .” Nature Reviews Immunology , vol. 22, n.º 2, 2022. 

3. Boddy, AM, et al. ” Microquimerismo fetal e saúde materna .” Frontiers in Immunology , vol. 6, 2015. 

4. Lambert, NC, et al. ” Microquimerismo na autoimunidade da tireoide e no câncer .” International Journal of Endocrinology , vol. 2024, 2024. 

5. Khosrotehrani, K., & Bianchi, DW ” Microquimerismo: Compreendendo o papel das células fetais na saúde materna .” Tendências em Medicina Molecular , vol. 11, n.º 3, 2005.

6. Tan, XW, et al. ” Células-tronco fetais em órgãos maternos: uma fonte potencial de reparo e regeneração de órgãos .” Stem Cells International , vol. 2016, ID do artigo 4374820. 

7. Gadi, VK, & Nelson, JL ” Microquimerismo fetal e redução do risco de câncer .” Cancer Research , vol. 67, n.º 19, 2007. 

8. Chan, WFN, et al. ” Microquimerismo masculino no cérebro feminino humano .” PLOS ONE , vol. 7, n.º 9, 2012. 

9. Nelson, JL ” A alteridade do eu: microquimerismo na saúde e na doença .” Tendências em Imunologia , vol. 33, n.º 8, 2012. 

Eletricidade no corpo

‣ Curiosamente, o coração é um órgão que não desenvolve câncer. É o órgão com a carga mais positiva do corpo.

‣ As células são como motores em miniatura, alimentados pelos nutrientes dos alimentos que ingerimos e pelo oxigênio que respiramos.

‣ Os elétrons armazenados nas mitocôndrias fornecem a ignição, sem a qual as células do corpo começam a morrer.

• Se um número suficiente de células morre, os órgãos deixam de funcionar adequadamente e desenvolvemos uma doença crônica e com risco de vida. O corpo precisa de combustível/energia para funcionar adequadamente.

O que acontece quando as células perdem energia?

  • As células sanguíneas desempenham um papel muito importante no transporte de nutrientes e oxigênio no corpo, enquanto absorvem toxinas ou enzimas dos principais órgãos.
  • Quando a voltagem celular diminui, as células sanguíneas começam a se aglomerar, reduzindo assim sua capacidade funcional.
  • A aglomeração de células sanguíneas também restringe o fluxo através de nossos capilares estreitos, e os órgãos vitais também não recebem oxigênio e nutrientes suficientes (nossa terapia de laser Ilib ajuda na reparação da aglomeração). Os resíduos começam a se acumular, enfraquecendo nossos corpos com o tempo (nossas terapias de desintoxicação frequencial auxiliam na eliminação desses resíduos).
  • Esse corpo fraco se torna um lar adequado para várias bactérias, parasitas e vírus, resultando na manifestação de doenças (nossas terapias de tratamentos frequenciais combatem bactérias, parasitas, vírus e muito mais. Além de energizarem órgãos e tecidos para reparação).

Temos também a terapia pemf que atua no corpo em nível celular para estimular o metabolismo celular e melhorar a saúde. É uma forma segura e natural de literalmente recarregar o corpo para que ele possa alcançar uma saúde melhor.

Escaneamento com terapia frequencial de Animais à distância

O escaneamento de sinais vitais (ESV) realiza uma varredura completa de mais de 550 frequências de referência associadas a cada função corporal e realiza a análise em menos de três minutos. Esta varredura específica é um instantâneo conciso das frequências de referência, em relação às frequências produzidas pelo sangue, órgãos, glândulas e sistemas do corpo. Após, é realizada uma otimização (terapia frequencial) do que foi analisado, gerando frequências que são aplicadas (à distância) que ajudarão seus órgãos e sistemas a voltarem ao equilíbrio (homeostase).

Essa varredura é realizada remotamente (entrelaçamento quântico – biocampo) podendo ser utilizada em cavalos, cães, gatos e outros animais. Utilizamos uma ferramenta internacional que sempre está sendo atualizada e aprimorada.

O escaneamento de sinais vitais fornecerá os seguintes relatórios: relatórios de sangue, chakras, gastrointestinal, meridianos, nutricional, funcionalidade física e toxicidades (gerado um relatório em planilha – mostrando o antes e depois da terapia frequencial. A cada escaneamento a tecnologia irá aprender mais sobre suas particularidades e ir ajustando as otimizações (terapia frequencial).

Normalmente esse escaneamento com otimização de frequências pode ser feito de 2 a 3 vezes por semana. Consulte!

Como funciona a terapia Pemf?

O principal objetivo da terapia PEMF é recarregar eletricamente as células, por isso é frequentemente chamado de bioestimulação celular .

Existem vários efeitos produzidos no corpo humano, os mais importantes são os seguintes:

  • Osteogênese : A terapia PEMF estimula a atividade dos osteoblastos, ou seja, células responsáveis ​​pela regeneração do tecido ósseo. Justamente por isso, a terapia PEMF, em particular de baixa frequência, é indicada para todas as condições relacionadas ao tecido ósseo, como artrite ou osteoporose. É altamente recomendado para consolidação posterior após uma fratura.
  • Efeito antálgico : o relaxamento do tecido muscular descomprime os tecidos adjacentes, os limiares de dor aumentam e a circulação melhora. Isso deve diminuir a pressão sobre as arteríolas e vênulas, o que ajuda a conter o processo inflamatório.
  • Efeito relaxante nos músculos lisos e estriados : atua nas contraturas musculares, relaxando as fibras. Ao mesmo tempo, ajuda a descomprimir as articulações sobre as quais os músculos afetados atuam, liberando-as da pressão excessiva.

De fato, os principais benefícios desta terapia incluem:

  • melhora o processo de recuperação natural do corpo;
  • corrige a disfunção celular em todo o corpo;
  • estimula e recarrega as células;
  • energiza naturalmente todo o corpo;
  • melhora o desempenho atlético;
  • estimula endorfinas naturais e facilita o alívio da dor;
  • reduz a inflamação nas articulações, tecidos moles e a dor associada;
  • acelera a cicatrização de feridas e a recuperação de uma lesão;
  • reduz os sintomas ou síndrome da fadiga crônica;
  • reduz ou reverte a neuropatia periférica;
  • reduz e retarda a osteopenia ou osteoporose.

Os dispositivos de terapia PEMF são eficazes?

A terapia PEMF é uma terapia bem válida com eficácia universalmente reconhecida há décadas.

Inúmeros estudos clínicos documentados relatam a eficácia da terapia PEMF no tratamento de diversas condições, em particular em tecidos ósseos, mas também em problemas músculo-ligamentares.

Conheça nossos tratamentos com nossos aparelhos PEMF.

Reconhecimentos

  • 1932 – A universidade de Yale – PEMF é capaz de doar energia para o corpo esgotado, ajudando as células a reparar, reconstruir e regenerar naturalmente;
  • 1979 – FDA aprova o PEMF para combater a perda óssea – Desde então, as aprovações da FDA reconheceram a eficácia do PEMF para diferentes doenças, desde dor até a recuperação da cirurgia;
  • 2008 – FDA aprovou o uso da terapia PEMF para tratamento da doença de Parkinson;
  • 2011 – O PEMF é reconhecido com um tratamento para a depressão.

Até o momento, existem mais de 450 estudos sobre PEMF no PubMed.

A terapia PEMF atua nas células individuais do corpo, “recarregando-as energeticamente”.

As células vivas, tanto nervosas quanto musculares, e em geral todas as células do corpo, possuem um potencial elétrico chamado potencial de membrana em segurança (PMR) . Ele é calculado a partir da diferença entre a carga elétrica intra e extracelular e oscilante, dependendo do tipo de célula, entre -55 e -90 mV.

Quanto menor a diferença de potencial, menor a vitalidade da célula. Em geral, devido a uma lesão muscular, trauma, ferida, doença, etc., as células na área afetada perdem parte de sua carga elétrica. Ou seja, sua diferença de potencial varia.

Em alguns casos, é possível relatar uma parte perdida da carga : o campo eletromagnético gerado pelo dispositivo de terapia PEMF é capaz de transferir carga elétrica para a própria célula . Isso é conhecido como bioestimulação celular , uma ação que “desperta” a célula ao reativar o processo de autocura do nosso corpo.

Por que a terapia PEMF é eficaz contra a dor?

Essa eficácia baseia-se, em particular, na pulsação do campo eletromagnético , que é ativado e desativado alternadamente em rápida sucessão. Esse mecanismo faz com que a célula seja estimulada pela sequência de campos eletromagnéticos. Estes, por sua vez, fornecem energia à célula, carregando -a eletricamente .

As modificações biológicas causadas pelos campos magnéticos nas membranas biológicas, nas células e nos vasos resultam em efeitos terapêuticos de vários tipos: anti-inflamatórios, antiedematosos e estimulantes da reposição tecidual.

O relaxamento muscular, obtido pela terapia PEMF, contribui para melhorar a microcirculação, pois as fibras lisas relaxam e produzem um efeito vasodilatador. A liberação de endorfinas ajuda a aumentar o limiar de dor, e uma leve hiperemia produz um efeito anti-inflamatório.

5 maneiras surpreendentes pelas quais o maracujá transforma sua saúde

Quantos de nós passamos direto pelo maracujá no mercado, sem saber o que fazer com aquelas estranhas esferas? Não se deixe enganar pelo exterior enrugado. Dentro dele há um perfil nutricional que merece mais atenção.

Pesquisas mostram que as sementes, que muitas pessoas evitam, na verdade contêm compostos valiosos.  Um estudo em Critical Reviews in Food Science and Nutrition confirma que essas frutas tropicais trazem sérios benefícios à saúde – especialmente daquelas sementes crocantes que muitos descartam sem pensar.

As sementes de maracujá contêm compostos poderosos que melhoram drasticamente a saúde do coração

Essas minúsculas sementes pretas contêm compostos polifenólicos chamados piceatannol e scirpusin B. Uma pesquisa da Universidade de Hirosaki publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry descobriu que esses compostos relaxam os vasos sanguíneos, potencialmente apoiando a pressão arterial saudável . Os pesquisadores também notaram que esses compostos ativavam as vias do óxido nítrico no sistema vascular, um mecanismo semelhante a vários medicamentos convencionais.

De acordo com a análise de acompanhamento, o consumo regular desses compostos mostra benefícios sustentados sem os efeitos colaterais comumente associados a alternativas sintéticas. A Scirpusin B provou ser especialmente eficaz, tornando essas sementes particularmente benéficas para a saúde cardiovascular.

Cada mordida fornece proteção natural contra danos celulares

Os radicais livres danificam as células por meio do estresse oxidativo, contribuindo para condições que vão de doenças cardíacas ao envelhecimento prematuro. Uma análise publicada na Food Chemistry revelou que as sementes de maracujá oferecem proteção antioxidante substancial contra esse dano celular – mas, diferentemente de suplementos isolados, elas vêm no pacote perfeito da natureza com fibras, vitaminas e sabor delicioso.

Essas descobertas são particularmente significativas porque os compostos antioxidantes do maracujá apresentam melhor biodisponibilidade quando consumidos em sua matriz alimentar natural, em vez de compostos extraídos.

Os benefícios negligenciados para a saúde intestinal podem surpreendê-lo

Os pesquisadores Chau, Huang e Chang descobriram algo notável sobre a fibra da semente de maracujá em seu estudo. Essa fibra insolúvel (impressionantes 64,1 gramas por 100 gramas de sementes) aumentou a atividade enzimática intestinal enquanto reduziu compostos nocivos no cólon.

Essas mudanças criam um ambiente intestinal mais saudável, reduzindo potencialmente o risco de doenças do cólon e promovendo a regularidade.

Teor de magnésio acrescenta valor nutricional às sementes de maracujá

Os padrões alimentares modernos muitas vezes carecem de magnésio suficiente, um mineral essencial necessário para centenas de reações bioquímicas.  De acordo com dados do USDA Food Data Central , o maracujá fornece aproximadamente 29 mg de magnésio por porção de 100 g, contribuindo para as necessidades diárias de ingestão.

Embora não seja a fonte mais rica desse mineral, as sementes de maracujá contribuem para o consumo geral de magnésio como parte de uma dieta variada.

Enquanto os alimentos processados ​​retiram nutrientes, o maracujá fornece nutrição completa

As sementes consumidas com a polpa fornecem fibras insolúveis que ajudam a remover toxinas – funcionando essencialmente como um sistema de desintoxicação da natureza.  Em uma era de alimentos de conveniência nutricionalmente esgotados, o maracujá demonstra como alimentos integrais oferecem benefícios que alternativas processadas simplesmente não conseguem igualar.

Maneiras simples de aproveitar os benefícios do maracujá diariamente

Corte a fruta ao meio e retire a polpa cheia de sementes para adicionar a:

  • Smoothies
  • Iogurte cru 
  • Molhos para salada
  • Sobremesas congeladas
  • Diretamente, como um lanche nutritivo

O sabor doce e ácido característico combina perfeitamente com outras frutas tropicais, criando combinações ricas em nutrientes que promovem a saúde sem sacrificar o prazer.

Para aqueles interessados ​​em abordagens naturais para a saúde, o maracujá oferece benefícios nutricionais baseados em evidências que valem a pena considerar como parte de sua dieta balanceada. Se você está procurando apoiar a saúde do coração, combater o estresse oxidativo ou melhorar a função digestiva, esta fruta tropical merece um lugar em suas compras semanais.

As fontes para este artigo incluem:

Healwithfood.org
NIH.gov
USDA.gov
NIH.gov
Wiley.com

A verdade sobre o pão — por que seus ancestrais conseguiam digeri-lo (e por que você talvez não consiga)

Por milhares de anos, o pão foi essencial para a nutrição humana — um alimento básico apreciado diariamente em inúmeras culturas, provavelmente porque a farinha podia ser armazenada o ano todo, garantindo uma fonte confiável de alimento em tempos de escassez.

Na verdade, nossos ancestrais comiam pão em quantidades que surpreenderiam muitos comedores modernos. De acordo com guias domésticos da década de 1880, esperava-se que o homem adulto médio consumisse notáveis ​​7,2 Kg de pão por semana, enquanto as mulheres consumiam cerca de 3,6 Kg semanalmente. Isso é mais de uma 450g de pão por dia!

Hoje, o pão tem uma reputação muito diferente. Antes considerado um alimento fundamental, agora é frequentemente evitado e pode causar vários problemas de saúde — de inchaço e confusão mental a condições mais sérias como doença celíaca e sensibilidade ao glúten não celíaca. Mas o que mudou? O pão em si é o problema, ou há mais nessa história?

Nota: Não estou escrevendo este artigo para convencê-lo a comer pão. Em vez disso, escrevo isso na esperança de reduzir o medo da comida neste espaço de saúde moderno (às vezes tóxico). É muito mais fortalecedor entender melhor o PORQUÊ por trás de certas coisas, em vez de rotular arbitrariamente a comida como RUIM ou BOA.

A antiga relação entre humanos e pão

Nosso caso de amor com o pão é antigo — datando de milhares de anos, quando as primeiras civilizações moeram grãos selvagens e os misturaram com água para criar pães achatados rudimentares. O pão está profundamente enraizado em textos sagrados, rituais e tradições, simbolizando sustento, comunidade e fé entre culturas.

Os egípcios, por exemplo, desempenharam um papel fundamental na evolução da panificação há cerca de 5.000 anos, provavelmente descobrindo o pão fermentado por meio de leveduras selvagens que fermentavam a massa deixada exposta aos elementos. Essa descoberta revolucionou a nutrição humana e levou a fermentação de massa fermentada a se tornar o método dominante de panificação em todas as culturas.

Ao contrário dos métodos modernos, a panificação tradicional não se concentrava na velocidade ou na durabilidade — ela priorizava a nutrição, a digestibilidade e o sabor por meio de técnicas testadas pelo tempo.

Seus avós não tinham problemas com glúten

Hoje, a doença celíaca afeta aproximadamente 1 em cada 100 pessoas, com taxas ainda maiores de sensibilidade geral ao glúten. No entanto, há apenas um século, essas condições eram extremamente raras. Por que seus avós conseguiam digerir pão com facilidade enquanto as populações modernas lutam? A resposta não está no pão em si, mas no que fizemos com ele.

Trigo moderno — não é o grão dos seus ancestrais

O trigo de hoje tem pouca semelhança com as variedades tradicionais que nossos ancestrais consumiam. Ao longo do último século, o trigo foi sistematicamente criado para maiores rendimentos, resistência a doenças e compatibilidade com processamento industrial — não valor nutricional ou digestibilidade.

Embora o trigo moderno ainda não seja geneticamente modificado no sentido tradicional (a primeira variedade de trigo transgênico para resistência à seca só foi aprovada nos EUA em agosto de 2024 1 ), ele foi drasticamente alterado por meio de programas de melhoramento seletivo que priorizam os interesses comerciais em detrimento da saúde humana.

Esses programas de melhoramento criaram variedades que produzem mais grãos por acre, mas contêm estruturas proteicas alteradas que podem ser mais difíceis de digerir para os humanos. O resultado? Lucros maiores para a agricultura industrial, mas mais problemas digestivos para os consumidores.

O Fator Glifosato — Dessecação Pré-Colheita

Talvez uma das práticas agrícolas modernas mais preocupantes que afetam a digestibilidade do trigo seja a dessecação pré-colheita — um processo amplamente desconhecido pelos consumidores, mas cada vez mais associado a problemas de saúde digestiva.

Embora o trigo não seja tipicamente uma cultura OGM, o uso de glifosato no trigo disparou em 400% nas últimas duas décadas. 2 Por quê? Porque os agricultores descobriram que podiam usar esse herbicida como um agente de secagem, particularmente em regiões com estações de cultivo curtas ou colheitas úmidas.

“O herbicida glifosato é aplicado às plantações de trigo antes da colheita para estimular o amadurecimento, resultando em maiores resíduos de glifosato em produtos comerciais de trigo na América do Norte.” 3

Essa prática de ‘dessecação pré-colheita’ envolve pulverizar as plantações com glifosato pouco antes da colheita para forçar a secagem uniforme e permitir uma colheita mais precoce. Originalmente desenvolvida na Escócia dos anos 1980 para lidar com condições não confiáveis ​​de secagem de grãos, a técnica se espalhou globalmente. 4 

O resultado? O trigo não-OGM geralmente recebe um “banho de glifosato” antes da colheita, o que significa que os resíduos acabam no seu pão diário (e outros produtos assados ​​feitos com trigo).

Pesquisas começaram a relacionar a exposição ao glifosato ao aumento da doença celíaca e outros distúrbios digestivos. 5 O mecanismo faz sentido lógico: o glifosato é projetado para matar ervas daninhas e microrganismos no solo, mas nossos sistemas digestivos contêm trilhões de microrganismos benéficos essenciais para a saúde.

“Resíduos de glifosato em alimentos podem causar disbiose, uma vez que patógenos oportunistas são mais resistentes ao glifosato em comparação às bactérias comensais.” 6

Em outras palavras, a exposição ao glifosato através dos alimentos pode matar preferencialmente bactérias intestinais benéficas, permitindo que bactérias nocivas floresçam — uma receita para problemas digestivos e inflamação crônica.

O problema com a ‘farinha enriquecida’ — fragmentos de ferro e vitaminas sintéticas

Ande por qualquer corredor de pães nos Estados Unidos e você verá a palavra “farinha enriquecida” exibida com destaque nas listas de ingredientes em quase todos os pacotes. Este termo aparentemente positivo mascara uma realidade preocupante: a maioria das farinhas modernas foi despojada de seus nutrientes naturais durante o processamento, então artificialmente “enriquecida” com versões sintéticas.

Esse processo de enriquecimento normalmente inclui a adição de fragmentos de ferro (sim, partículas de metal de verdade) que podem contribuir para a sobrecarga de ferro e aumentar o estresse oxidativo em indivíduos suscetíveis. Como explica o Dr. Ray Peat:

“Os grãos processados ​​industrialmente têm a maioria dos nutrientes, como vitamina E, vitaminas do complexo B, manganês, magnésio, etc., removidos para melhorar a vida útil dos produtos e a eficiência do processamento, e o governo exigiu que certos nutrientes fossem adicionados a eles como uma medida para proteger a saúde pública, mas a suplementação não refletiu a melhor ciência, mesmo quando foi transformada em lei, já que os lobistas da indústria alimentícia conseguiram impor concessões que levaram ao uso de produtos químicos mais baratos, em vez daqueles que ofereciam os maiores benefícios à saúde.

Por exemplo, estudos de alimentos processados ​​para animais demonstraram que a adição de ferro (na forma altamente reativa, sulfato ferroso, que é barato e fácil de manusear) criava doenças em animais, destruindo vitaminas nos alimentos.”

Desde 1941, a lei federal exige que aparas de ferro, na forma de sulfato ferroso, sejam adicionadas ao pão, farinha, macarrão, cereais e à maioria dos alimentos embalados. Como resultado, a sociedade ocidental viu um aumento esmagador no consumo de aparas de ferro, em grande parte devido à fortificação obrigatória de produtos de grãos.

No entanto, a quantidade de ferro adicionado relatada nos rótulos dos alimentos é frequentemente significativamente subnotificada. Muitos rótulos listam “ferro reduzido”, um termo enganoso — na verdade, ele se refere ao ferro adicionado em sua forma ferrosa, que é altamente reativa e facilmente absorvida pelo corpo.

Pão, farinha, macarrão, cereais e a maioria dos alimentos embalados agora contêm lascas de ferro que foram adicionadas artificialmente como sulfato ferroso devido à lei federal desde 1941. Desde então, temos sido bombardeados com ferro na sociedade ocidental mais do que nunca, em grande parte devido à fortificação obrigatória de produtos de grãos.

Além disso, a quantidade de ferro adicionado relatada nos rótulos dos alimentos é frequentemente subestimada. 7 Muitos rótulos listam “ferro reduzido”, o que é uma terminologia enganosa — na verdade, significa que o ferro é adicionado na forma ferrosa, que é muito reativa e facilmente absorvida pelo corpo.

O que é particularmente preocupante é que alimentos fortificados com ferro fazem muito pouco para prevenir a anemia, a condição que pretendiam tratar. A Suécia e a Finlândia implementaram a fortificação com ferro em seus alimentos até 1995, e a Dinamarca até 1987, antes de proibi-la devido a preocupações com a saúde e baixa biodisponibilidade. Após interromper a fortificação com ferro, a anemia por deficiência de ferro permaneceu praticamente inalterada nesses países, 8 sugerindo que a prática pode oferecer mais riscos do que benefícios.

O processo de enriquecimento da farinha também adiciona vitaminas B sintéticas que podem não ser utilizadas adequadamente pelo corpo. Considere o ácido fólico — a forma sintética da vitamina B9 adicionada à farinha enriquecida. Ao contrário do folato (a forma natural encontrada em alimentos como folhas verdes e fígado), o ácido fólico sintético requer conversão para tetraidrofolato no corpo.

Se houver problemas com esse processo de conversão, o ácido fólico pode se acumular na corrente sanguínea, interferindo no equilíbrio natural de folato do corpo e contribuindo para a desregulação da vitamina B.

Óleos de sementes ocultos e aditivos prejudiciais

Abra a lista de ingredientes em um pão padrão e você provavelmente encontrará adições inesperadas como óleo de soja ou óleo vegetal. Esses óleos de sementes industriais, ricos em ácidos graxos ômega-6 inflamatórios, se infiltraram nas receitas de pão modernas por razões que não têm nada a ver com nutrição ou tradição. Lembre-se, os óleos de sementes são baratos e abundantes devido aos subsídios do governo!

Ainda mais preocupante, muitas farinhas e produtos assados ​​convencionais nos EUA contêm bromato de potássio — um possível carcinógeno humano que é proibido em vários outros países. 9 Esse aditivo fortalece a massa e permite que ela cresça mais, mas a que custo para a saúde humana?

A Arte Perdida da Fermentação

Talvez a mudança mais significativa na produção de pão tenha sido o abandono dos métodos tradicionais de fermentação em favor da velocidade e da eficiência.

Por milhares de anos, as pessoas confiaram na fermentação de massa fermentada para tornar o pão digerível. Esse processo natural usava levedura selvagem e bactérias do ácido láctico para fermentar a massa lentamente, quebrando o glúten e o ácido fítico enquanto infundia o pão com bactérias benéficas como Lactobacillus reuteri (a mesma bactéria passada de mães para bebês durante a amamentação). A linha do tempo da fermentação conta a história:

•Tempos antigos até 1800 — A maioria dos pães era feita usando métodos de fermentação selvagem, como sourdough, ou com levedura proveniente de cervejarias. O processo de fermentação lenta desenvolveu sabores complexos e tornou o pão mais fácil de digerir ao quebrar proteínas difíceis.

•Meados de 1800 — À medida que a fabricação de cerveja se tornou mais industrializada, os padeiros começaram a usar fermento de cervejaria (Saccharomyces cerevisiae), que produzia um crescimento mais rápido do que o fermento natural, mas reduzia ligeiramente o tempo de fermentação natural.

•Início da década de 1900 — A demanda por um cozimento mais rápido e confiável levou ao cultivo comercial de fermento, permitindo que os padeiros produzissem pães em horas, em vez de dias.

•De meados da década de 1900 até o presente — O fermento instantâneo moderno e o fermento seco ativo dominam a panificação comercial, oferecendo resultados rápidos, mas eliminando a diversidade microbiana e a fermentação lenta que tornavam o pão tradicional nutritivo e digerível.

Com o fermento comercial, o processo é simplificado e altamente controlado para produção em massa, garantindo resultados rápidos e consistentes. No entanto, esse método pode não ter a profundidade de sabor e os potenciais benefícios à saúde que muitos acreditam vir da fermentação mais lenta e natural do sourdough.

A conexão do glúten

Glúten é uma mistura complexa de proteínas encontrada no trigo e outros grãos. Consiste em duas proteínas principais: glutenina e gliadina. Juntas, essas proteínas formam a estrutura e a textura da massa. A glutenina contribui para a elasticidade e mastigabilidade da massa, enquanto a gliadina é responsável pela capacidade da massa de crescer e reter ar.

Embora a glutenina e a gliadina trabalhem em conjunto para criar a textura única do pão, é a gliadina que geralmente é a principal culpada pelo desconforto digestivo em indivíduos sensíveis.

Em pessoas com sensibilidade ao glúten não celíaca (NCGS), a gliadina pode ser particularmente problemática, pois é mais difícil de ser quebrada no sistema digestivo. Normalmente, proteínas como a gliadina são quebradas por enzimas no sistema digestivo em pedaços menores chamados peptídeos e, em seguida, em aminoácidos, que são pequenos o suficiente para serem absorvidos pelo corpo.

Entretanto, em pessoas com sensibilidade ao glúten ou problemas digestivos, a gliadina é apenas parcialmente decomposta em oligopeptídeos, que são cadeias curtas de aminoácidos.

Esses oligopeptídeos são problemáticos porque ainda são relativamente grandes e, devido às suas sequências específicas de aminoácidos e baixa área de superfície, não são facilmente decompostos pelas enzimas digestivas. 10 Essa digestão incompleta deixa peptídeos de gliadina maiores no sistema digestivo, onde podem desencadear respostas imunológicas ou danificar o intestino.

Especificamente, eles podem interferir no revestimento intestinal, enfraquecendo as vilosidades e aumentando a permeabilidade intestinal. 11 , 12 Quando o revestimento intestinal é comprometido, isso pode levar à inflamação e desconforto digestivo, contribuindo para condições como a NCGS.

Em outras palavras, em indivíduos sensíveis, o glúten (gliadina) não é quebrado em componentes pequenos o suficiente, deixando peptídeos maiores e prejudiciais que o corpo não consegue processar ou manipular adequadamente. É aqui que a fermentação do sourdough pode entrar em jogo!

Na fermentação tradicional do fermento natural, as bactérias do ácido láctico (LAB) presentes na massa desempenham um papel crucial na quebra dessas proteínas do glúten. As LAB convertem os açúcares da farinha de trigo em ácido láctico, o que aumenta a acidez da massa. Essa acidez mais alta ajuda a facilitar a pré-quebra do glúten, particularmente da proteína gliadina, melhorando a digestão. É por isso que o fermento natural pode ser mais fácil de digerir, pois a fermentação quebra a gliadina. 13

Notavelmente, cepas específicas de LAB podem hidrolisar proteínas de trigo, incluindo gliadina, em mais de 50% ao longo de um período de fermentação de 24 horas. 14 Essa redução no conteúdo de gliadina torna o pão de fermento natural mais fácil de digerir, especialmente para indivíduos com sensibilidades ou integridade intestinal comprometida.

“O consumo de pão com baixo teor de gliadina E82 por indivíduos com NCGS induziu mudanças positivas na composição da microbiota intestinal, aumentando as bactérias produtoras de butirato e favorecendo um perfil microbiano que é sugerido ter um papel fundamental na manutenção ou melhoria da permeabilidade intestinal.” 15

Embora o sourdough não seja isento de glúten, ele reduz significativamente a quantidade de gliadina presente, tornando-o mais fácil de digerir para muitas pessoas, especialmente aquelas com problemas intestinais. Um estudo descobriu que a farinha de trigo fermentada com sourdough continha menos gliadina (0,81% a 1,26%) em comparação com a farinha de controle (3,52% a 3,97%). 16 Isso pode explicar por que o sourdough é frequentemente mais bem tolerado do que o pão moderno, que pula a etapa crucial de fermentação que, de outra forma, ajudaria a quebrar as proteínas do glúten.

Sem essa etapa, os pães de crescimento rápido retêm todo o seu conteúdo de glúten, o que pode ser mais difícil de digerir e exacerbar os sintomas em indivíduos sensíveis. Então, o problema pode não ser o glúten em si, mas sim como ele é processado (ou não processado) na produção moderna de pães.

Nota importante: embora algumas pessoas com sensibilidade ao glúten possam achar o pão de fermento natural mais tolerável, é importante observar que o pão de fermento natural ainda contém glúten e não é seguro para pessoas com doença celíaca.

Por que os métodos tradicionais são importantes

A fermentação tradicional do fermento cria diversas vantagens para a digestibilidade:

•Ele decompõe as proteínas do glúten, particularmente a gliadina, tornando-as mais fáceis de digerir

•Reduz o ácido fítico (um antinutriente que se liga aos minerais), melhorando a absorção dos minerais

•Cria compostos prebióticos que apoiam a saúde intestinal

•Introduz bactérias benéficas que podem melhorar a diversidade do microbioma intestinal

E a pesquisa confirma essas melhorias! A fermentação quebra tanto o glúten quanto os FODMAPs (carboidratos fermentáveis ​​que podem causar problemas digestivos), tornando o pão preparado tradicionalmente mais tolerável para muitas pessoas. 17 , 18

Então, o pão faz mal?

O pão em si não é inerentemente “ruim” — é o que fizemos com ele por meio de práticas agrícolas modernas, métodos de processamento e técnicas de panificação que transformaram esse alimento básico antigo de alimento básico em um potencial problema de saúde para muitos. A solução não é necessariamente abandonar o pão, mas sim retornar aos métodos tradicionais e ingredientes de qualidade:

Escolha fermento natural de verdade, feito com fermentação longa (não o “fermento natural” comprado em loja com sabor artificial. Se a lista de ingredientes inclui “fermento”, isso não é fermento natural de verdade!)Procure variedades tradicionais de trigo sempre que possível
Escolha farinha orgânica ou saiba de onde vem sua farinha para evitar a dessecação pré-colheita (um banho de glifosato!)Evite farinha enriquecida com aditivos sintéticos
Leia atentamente as listas de ingredientes para evitar óleos de sementes e conservantes ocultosApoiar pequenos padeiros que utilizam técnicas tradicionais e farinha de alta qualidade

Para aqueles que realmente não toleram trigo, opções sem glúten cuidadosamente selecionadas podem ser apropriadas — mas mesmo assim, a qualidade dos ingredientes importa tremendamente. Certifique-se sempre de ler as listas de ingredientes para evitar gomas escondidas, conservantes e óleos de sementes!

Conclusão

Nossos ancestrais prosperaram com pão por milênios sem a epidemia de problemas digestivos que vemos hoje. A diferença não era que eles eram de alguma forma mais resilientes — é que o pão deles era fundamentalmente diferente do que enche a maioria das prateleiras das lojas modernas.

O problema não é o pão em si… é o que fizemos com ele. Uma razão pela qual a panificação tradicional foi abandonada por grandes fabricantes de alimentos é simples: tempo. O verdadeiro fermento natural exige paciência — uma mercadoria escassa em nosso sistema alimentar industrial.

O autêntico sourdough custa mais do que o pão processado padrão porque requer esse tempo extra, habilidade e ingredientes de qualidade. O processo de fermentação não pode ser apressado sem sacrificar os próprios benefícios que o tornam especial.

Ao entender a história da panificação e as mudanças significativas que ocorreram ao longo do último século, podemos fazer escolhas mais informadas sobre esse alimento básico da dieta. Quer você escolha massa fermentada tradicional, opções comerciais cuidadosamente selecionadas ou alternativas sem glúten, o conhecimento é o ingrediente-chave para fazer o pão trabalhar para o seu corpo em vez de contra ele.

No final, o melhor pão pode ser aquele que mais se assemelha ao que seus ancestrais reconheceriam: simples, fermentado e feito com integridade.

Ashley Armstrong

OBS.: Temos análise do intestino via biorressonância eletrônica não invasiva – https://danielfleck.com.br/bioressonancia/ . Consulte!

Fontes e referências:

9 sinais de alerta de que seu corpo pode estar cheio de parasitas

  1. Problemas digestivos crônicos
    Se a infestação de parasitas atacar seus intestinos, ela pode destruir o revestimento intestinal e causar inflamação que leva à diarreia crônica.
  2. Dor abdominal
    Parasitas que residem na região superior do intestino delgado podem causar irritação e inflamação na área. Isso leva a dor abdominal e sensação de inchaço.
  3. Coceira anal
    Se a área ao redor do seu ânus estiver coçando, especialmente à noite, então você pode ter uma infecção parasitária. Oxiúros são os tipos de parasitas que são a razão da coceira anal que ocorre à noite quando as fêmeas dos oxiúros põem ovos ao redor da área do ânus. Eles causam coceira, irritações, sensações de formigamento e até mesmo dor aguda.
  4. Mudança no apetite e perda de peso
    Se seu apetite aumentar repentinamente e seu peso corporal diminuir, esses podem ser sintomas de infestação de oxiúros ou tênias.
  5. Angústia mental
    Infestações de parasitas também influenciam nosso estado mental e emocional. Elas podem causar depressão, alterações de humor, alucinações visuais e ansiedade. Esses sintomas geralmente são pareados com problemas digestivos.
  6. Ranger de dentes
    Ranger os dentes enquanto dorme pode ser um sinal de infestação de parasitas. Conhecido como bruxismo, o ranger dos dentes pode ocorrer devido à inquietação e ansiedade por causa das toxinas e resíduos que os parasitas liberam no corpo.
  7. Anemia por deficiência de ferro
    Oxiúros intestinais ou lombrigas podem causar deficiência de ferro e anemia. Esses parasitas roubam os nutrientes, como vitaminas boas e ferro, que a pessoa consome.
  8. Problemas de pele
    Parasitas intestinais causam inflamação no corpo que leva a alguns problemas de pele, como eczema, erupções cutâneas, urticária e outros tipos de alergias de pele.
  9. Dores musculares e articulares
    Alguns parasitas invadem os tecidos articulares e musculares, onde causam dor e irritação, que muitas vezes são diagnosticadas erroneamente como artrite.
    Os parasitas também podem impedir que os resíduos saiam do corpo, o que causa dor na parte superior do abdômen.

OBS.: Através da biorressonância eletrônica, podemos verificar frequencialmente a presença de parasitas no corpo, bem como outros patógenos. Temos protocolos de desparasitação (através da fitoterapia), bem como tratamentos frequenciais, onde podemos combater em qualquer local do corpo (inclusive na área cerebral).

SETE COISAS que afetam sua frequência vibracional de uma perspectiva da física quântica

Vibração na física quântica significa que tudo é energia. Somos seres vibrantes em certas frequências. Cada vibração equivale a um sentimento e em um mundo “vibracional” existem apenas dois tipos de vibração, positiva e negativa. Cada sentimento faz você emitir uma vibração, que pode ser positiva ou negativa.

1º – Pensamentos

Cada pensamento emite uma frequência para o Universo e essa frequência retorna às origens, então se você tem pensamentos negativos, desânimo, tristeza, raiva, medo, tudo volta para você. É por isso que é tão importante cuidar da qualidade dos seus pensamentos e aprender a cultivar pensamentos mais positivos.

2º – Companhias

As pessoas ao seu redor afetam diretamente sua frequência vibracional. Se você se cercar de pessoas felizes, positivas e determinadas, você também entrará nessa vibração. Agora, se você se cercar de pessoas que reclamam e são pessimistas, tome cuidado! De fato, elas podem diminuir sua frequência e, portanto, impedir que você use a lei da atração a seu favor.

3º – Música

A música é muito poderosa. Se você só ouve músicas que falam sobre morte, traição, tristeza, abandono, tudo isso vai interferir nas suas vibrações. Preste atenção na letra da música que você ouve, ela pode diminuir a frequência das vibrações. E lembre-se – você atrai para sua vida exatamente o que você vibra.

4º – O que você está olhando

Quando você assiste a programas que lidam com infortúnio, morte, traição, etc., seu cérebro aceita isso como realidade e libera uma química inteira em seu corpo que afeta sua frequência vibracional. Assista a coisas que pareçam boas e ajudem você a vibrar em uma frequência mais alta.

5º – Humor

Seja em casa ou no trabalho, se você passa muito tempo em um ambiente bagunçado e sujo, isso também afetará sua frequência vibracional. Melhore seu entorno, organize e arrume seu ambiente. Mostre ao Universo que você é capaz de receber muito mais. Cuide do que você já tem!

6ª série – Palavra

Fingir ou falar mal de coisas e pessoas afeta sua frequência vibracional. Para manter sua frequência alta, é importante quebrar o hábito de reclamar e falar mal dos outros. Então evite drama e vitimização. Assuma a responsabilidade por suas escolhas de vida!

7ª série – Gratidão

A gratidão tem um efeito positivo na sua frequência vibracional. É um hábito que você deve incorporar à sua vida agora mesmo. Comece a ser grato por tudo, pelo bom e pelo que você considera ruim, seja grato por todas as experiências que você teve. A gratidão abre a porta para que coisas boas aconteçam positivamente na sua vida.

Steve Johnson