Terapia frequencial para a Endometriose

A endometriose é uma condição inflamatória crônica que depende do estrogênio. Ela ocorre quando tecidos semelhantes ao revestimento do útero crescem fora dele, causando dor pélvica, dificuldade para engravidar, aderências, excesso de vasos sanguíneos, fibrose (cicatrizes), estresse oxidativo e desequilíbrios no sistema imunológico.

Abaixo, explicamos formas de tratamento focadas em frequências e mensageiros biológicos para combater esses processos:

Mecanismos de Ação e Tratamento

Redução da sensibilidade hormonal: Frequências que sinalizam ao cérebro para diminuir a produção dos hormônios que alimentam as lesões, ajudando a regredi-las.

Controle metabólico e inflamatório: Ativação de vias sinalizadoras que ajudam a reduzir o peso corporal e a inflamação generalizada, freando o avanço da doença.

Resolução da inflamação: Uso de sinais para “acalmar” o sistema de defesa, interrompendo a inflamação contínua na região do abdômen.

Bloqueio de cicatrizes: Impedir que as células da endometriose se transformem, evitando a formação de fibroses e tecidos rígidos nos implantes.

Inibição de novos vasos sanguíneos: Bloqueio da formação de vasos que alimentam as lesões, impedindo que elas cresçam e se espalhem.

Proteção das “usinas de energia” das células: Estabilização das mitocôndrias para reduzir o estresse celular e melhorar a energia das células afetadas.

Alívio da dor nervosa: Sinalização direcionada para reduzir a inflamação nos nervos e diminuir a dor crônica associada à condição.

Bloqueio de fixação celular: Impedir que as células doentes grudem nos tecidos saudáveis, dificultando a criação de novas lesões.

Ajuste da resposta imunológica: Promoção de um ambiente que modula a defesa local, reduzindo a agressividade do sistema imune contra o corpo.

Direcionamento inteligente (Alvo específico): Uso de sinais que identificam exclusivamente as células da endometriose para facilitar a entrega de tratamentos apenas onde é necessário.

Eliminação seletiva de células doentes: Indução programada para que apenas as células das lesões parem de se multiplicar e sejam descartadas pelo próprio corpo.

Apoptose otimizada: Ativação de um mecanismo natural de limpeza celular, garantindo que as células anômalas das lesões sejam eliminadas de forma segura.

Refluxo Gastroesofágico – Terapia Frequencial

Lidar com o refluxo constantemente é exaustivo. Aquela sensação de queimação e o mal-estar no estômago acabam com o dia de qualquer um.

Como o refluxo gastroesofágico acontece: o conteúdo do estômago sobe repetidamente para o esôfago, o que causa feridas, inflamação, enfraquece as defesas naturais da região e gera a famosa azia e dor na boca do estômago.

Como a terapia de peptídeos frequenciais age no seu corpo

  1. Alívio da dor e da inflamação: Age direto na raiz do desconforto, diminuindo o estresse causado pelo ácido e reduzindo a dor na boca do estômago.
  2. Cicatrização do esôfago: Funciona como um reconstrutor, ajudando a recuperar e fechar as feridas na parede do esôfago causadas pelas subidas do ácido.
  3. Reforço contra bactérias: Fortalece a imunidade natural da região, impedindo que microorganismos se aproveitem das feridas para piorar a situação.
  4. Combate à inflamação persistente: Ajuda o corpo a desinflamar de vez aquela região que vive vermelha e irritada por causa do refluxo crônico.
  5. Redução da sensibilidade: Desliga os “alarmes de dor” do sistema nervoso na região do estômago, diminuindo a hipersensibilidade ao ácido.
  6. Estômago mais rápido: Estimula o estômago a se esvaziar mais rapidamente, garantindo que a comida não fique parada ali por muito tempo (o que reduz a chance de o ácido subir).
  7. Controle do ácido: Controla a produção excessiva de ácido e ajuda o corpo a liberar substâncias que neutralizam a acidez naturalmente.
  8. Bloqueio da irritação: Age como um escudo rápido que impede as células de liberarem os sinais químicos que causam a inflamação.
  9. Proteção extra da parede estomacal: Outro mecanismo de defesa que protege as paredes internas contra infecções que poderiam enfraquecer ainda mais o esôfago.
  10. Regulação após as refeições: Controla o ritmo do estômago logo após você comer, evitando que grandes volumes de ácido subam de uma vez só.
  11. Fechamento da “porta” do estômago e cura rápida: Esse ponto é crucial. Ele ajuda a fortalecer o esfíncter (a válvula ou “portinha” que separa o esôfago do estômago) para que ela fique bem fechada, além de acelerar muito a cura da esofagite (a inflamação do esôfago).

Infecção Urinária (ITU): Terapia Frequencial

As infecções do trato urinário ocorrem quando microrganismos nocivos invadem o sistema urinário, fixando-se nas paredes da bexiga, da uretra ou dos rins. Para que um tratamento frequencial seja realmente eficiente, ele precisa atuar diretamente nos principais problemas causados pela infecção:

  • Combate Direto aos Invasores: O primeiro passo é romper as defesas das bactérias, enfraquecendo suas estruturas para eliminá-las do organismo.
  • Destruição de Barreiras Protetoras: As bactérias costumam criar uma espécie de camada protetora (conhecida como biofilme) para se esconderem. O tratamento atua desfazendo essa barreira para que o corpo consiga combater a infecção.
  • Alívio da Inflamação e da Dor: A infecção gera uma resposta inflamatória agressiva que causa aquela forte sensação de queimação, dor e urgência para urinar. O foco aqui é acalmar o sistema de defesa do corpo para reduzir o inchaço e o desconforto.
  • Proteção Contra o Desgaste Celular: O estresse causado pela infecção danifica as células saudáveis. O tratamento ajuda a proteger os tecidos contra esses danos colaterais.
  • Regeneração e Cicatrizacão: Após combater o problema, o organismo precisa recuperar as paredes internas da bexiga e dos canais urinários que foram machucados. Estímulos frequenciais apoiam a reconstrução e o fortalecimento dessa barreira natural.

Como as Frequências Atuam na Prática

O protocolo foi desenvolvido com base em dados científicos reais e validados em estudos de saúde. Ele funciona através de mecanismos bem definidos, utilizando peptídeos frequenciais:

  1. Ação Purificadora: Estimula a eliminação dos agentes nocivos através da desestabilização de suas membranas.
  2. Modulação de Defesa: Organiza a resposta imunológica do próprio corpo, evitando que a inflamação fique descontrolada ou dolorosa demais.
  3. Restauração da Barreira Urinária: Promove a recuperação acelerada dos tecidos internos, ajudando a fechar as “portas de entrada” para futuras infecções.

Essa abordagem oferece um suporte completo e integrativo, ideal para ser aplicado via terapia frequencial, atuando tanto no alívio dos sintomas quanto na recuperação profunda do sistema urinário.

Síndrome do Intestino Irritável (SII) – Terapia Frequencial

A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é um problema comum no funcionamento do sistema digestivo. Ela causa dores na barriga, estufamento, gases e alterações no ritmo do intestino (como diarreia ou prisão de ventre). Isso acontece por causa de uma mistura de fatores: o intestino fica muito sensível, há uma leve inflamação constante, a parede intestinal fica “frouxa” (permitindo a passagem de substâncias indesejadas) e a comunicação entre o intestino e o cérebro fica desregulada.

O terapia proposta utiliza moléculas especiais frequenciais que agem diretamente nas causas do problema para cicatrizar o intestino, regular seu funcionamento e aliviar as dores. Veja como cada uma delas ajuda:

1. Regeneração e Proteção do Estômago e Intestino

Esta substância age como um poderoso cicatrizante natural para o sistema digestivo. Ela ajuda a recuperar as paredes do intestino, protege contra agressões e reduz a inflamação, devolvendo a integridade que o órgão precisa para funcionar bem.

2. Controle do Ritmo Intestinal e Defesa contra Bactérias

Ajuda a acalmar as células de defesa do intestino (evitando reações exageradas), impede que bactérias ruins atravessem as paredes intestinais e regula o movimento natural do intestino, combatendo os desarranjos na digestão.

3. Combate Direto à Inflamação

Funciona como um potente anti-inflamatório focado nos tecidos internos e sensíveis do intestino. Ao reduzir essa irritação constante, ajuda a aliviar o desconforto geral e o estufamento.

4. Alívio das Dores e da Hipersensibilidade

Pessoas com SII costumam ter um intestino “rebelde” e muito sensível à dor. Esta substância age diretamente nos nervos da região para diminuir essa supersensibilidade, ajudando a aliviar as dores e cólicas abdominais crônicas.

5. Vedação da Parede Intestinal (Efeito “Antivazamento”)

O intestino saudável funciona como uma peneira bem fina. Na SII, essa “peneira” se abre, deixando o intestino permeável. Esta molécula atua fechando essas aberturas, recuperando a barreira protetora do intestino e impedindo que toxinas entrem no organismo e causem os sintomas da síndrome.

Tornozelo Fraco – terapia frequencial

O que é a Fraqueza Crônica no Tornozelo?

Sabe quando você “vira” o pé uma vez e, depois disso, parece que o tornozelo nunca mais volta a ser o mesmo, ficando bobo e “falseando” à toa? Isso é chamado de Instabilidade Crônica do Tornozelo.

Esse problema geralmente acontece quando uma torção antiga não cicatrizou direito ou por causa de pequenos estresses repetidos no dia a dia.

O que acontece no corpo?

  • Ligamentos frouxos: Os ligamentos (que funcionam como elásticos que prendem os ossos) se esticam ou se rompem, deixando a articulação solta.
  • Perda de comunicação: O corpo perde um pouco da capacidade de “sentir” a posição do pé. É como se o cérebro demorasse a perceber que o pé está torto, atrasando a reação de endireitá-lo.
  • Músculos fracos: Os músculos da perna e do pé ficam fracos e demoram a agir para proteger o tornozelo.
  • Efeito cascata: Para compensar o tornozelo ruim, a pessoa começa a pisar torto, o que pode causar dores nos joelhos, no quadril e, a longo prazo, o desgaste da própria articulação (artrose).

Os principais sintomas são: dor constante, inchaço após esforços leves, dificuldade de andar em terrenos irregulares e a sensação constante de insegurança.

Como as Novas Substâncias (Peptídeos) Ajudam no Tratamento?

Cientistas estão estudando o uso de peptídeos (pequenos pedaços de proteínas que já existem no corpo ou são criados em laboratório) para consertar esse estrago de forma completa. Eles agem como “operários” focados em diferentes áreas da recuperação:

  • Supercicatrização: Algumas dessas substâncias aceleram a colagem dos tendões nos ossos e estimulam a criação de novos vasos sanguíneos, fazendo o sangue circular melhor e o ligamento se regenerar mais rápido.
  • Fábrica de Colágeno: Elas estimulam o corpo a produzir mais colágeno e elastina, que são os materiais que dão firmeza e elasticidade aos tecidos do tornozelo, evitando cicatrizes rígidas e ruins.
  • Combate à Dor e ao Inchaço: Agem diretamente diminuindo a inflamação e “desligando” os alarmes de dor que vão para o cérebro, além de proteger as células contra o desgaste.
  • Proteção dos Ossos: Evitam o desgaste do osso que fica logo abaixo da cartilagem do tornozelo, prevenindo a artrose.
  • Melhora no Controle do Pé: Ajudam a recuperar os nervos e músculos, fazendo com que o pé responda mais rápido quando ameaçar virar.

Utilizamos uma terapia com peptídeos frequenciais, que são absorvidos somente se necessários somente pelo corpo.

Em resumo: Enquanto a fisioterapia tradicional fortalece o tornozelo por fora, esse tipo de tratamento vem para regenerar e consertar a estrutura biológica por dentro.

Fermentação – terapia frequencial

O excesso de fermentação refere-se à fermentação microbiana hiperativa no intestino, levando à produção excessiva de gases, ácidos graxos de cadeia curta ou etanol. Essa condição está associada à superpopulação bacteriana do intestino delgado (SIBO), disbiose fúngica ou síndrome da fermentação intestinal, causando inchaço, distensão abdominal e sintomas sistêmicos.

Para resolver isso, a ciência utiliza substâncias que funcionam como uma “equipe de limpeza e manutenção”. Aqui está como esse tratamento funciona, explicado de um jeito simples:


A Equipe de Limpeza: Como o tratamento age no seu corpo

  1. Defesa Antifúngica: Atua impedindo que os fungos cresçam e criem “cidades” (biofilmes) no seu intestino, reduzindo a fermentação causada por eles.
  2. Proteção de Amplo Espectro: Funciona como um escudo que ataca tanto bactérias quanto fungos que estão crescendo onde não deveriam.
  3. Destruidor de Membranas: Mira especificamente nos invasores comuns do SIBO, rompendo a camada externa deles para eliminá-los.
  4. Bloqueio de Reprodução: Consegue entrar nos micróbios e “travar” o sistema de multiplicação deles, garantindo que não criem resistência ao tratamento.
  5. Ação Ultra-rápida: Uma substância que age quase instantaneamente para destruir a proteção dos germes, ideal para as condições difíceis do sistema digestivo.
  6. Criação de Poros: Abre pequenos buracos nos microrganismos invasores, fazendo com que eles literalmente se desintegrem.
  7. Estímulo ao Movimento: Ajuda os músculos do intestino a se contraírem melhor, garantindo que a comida e os gases não fiquem parados (o que evita a fermentação).
  8. Propulsão Natural: Melhora o fluxo e a secreção no intestino grosso, impedindo que os resíduos fiquem estagnados e virem banquete para bactérias.
  9. Modulação do Sistema Nervoso: Além de eliminar germes, ajuda a regular a comunicação entre o cérebro e o intestino, acalmando a função digestiva.
  10. Alerta Imunológico: Foca em um grupo específico de bactérias mais resistentes e, ao mesmo tempo, chama as células de defesa do seu corpo para ajudar na limpeza.
  11. Escudo Protetor Diário: Mantém uma proteção constante na parede do intestino, servindo como uma barreira natural contra novas invasões.
  12. Alvo em Germes Resistentes: Consegue quebrar a resistência de bactérias e fungos mais difíceis de tratar, que costumam ignorar tratamentos comuns.
  13. Faxina de Resíduos e Equilíbrio: Desmancha as estruturas onde as bactérias se escondem e ajuda o sistema imunológico a encerrar a inflamação de forma equilibrada.

Resumindo: O foco não é apenas “matar o que está sobrando”, mas também garantir que o seu intestino volte a se movimentar e que a sua barreira de proteção natural seja reconstruída. Afinal, um intestino parado é o parquinho de diversão favorito das bactérias fermentadoras.

Conheça essa e outras terapias, consulte!

9 Sinais de que Seu Sistema Nervoso Está Preso no Modo de Luta ou Fuga

Prestar atenção aos sinais do corpo pode ser útil para reconhecer quando emoções não processadas estão ameaçando a saúde.

Liberty sente o aperto familiar subindo da barriga até o peito e sabe o que está por vir: um bloqueio, raiva, a necessidade de escapar. Seu ex-marido enviou outra mensagem ameaçadora. Em segundos, ela pega as chaves do carro, deixando seu novo marido perplexo na cozinha. Ela está o protegendo de sua raiva, mas, na verdade, está lutando contra um corpo que não consegue se desvencilhar do passado.

Após vários episódios, Liberty percebeu que não estava lidando com falhas de caráter ou fraqueza emocional. Seu corpo estava preso no modo de sobrevivência, uma condição chamada disfunção autonômica .A disfunção autonômica é uma condição comum que mantém o corpo preparado para respostas de estresse do tipo “lutar ou fugir”, e é facilmente reconhecida assim que aprendemos os sinais de alerta do nosso corpo.

O que é disfunção autonômica?

Em uma resposta normal de luta ou fuga, seu corpo se mobiliza rapidamente — batimentos cardíacos acelerados, visão turva ou em túnel, sudorese excessiva, respiração acelerada, tontura, ansiedade ou dor no peito. Embora desconfortáveis ​​às vezes, esses sintomas indicam um sistema nervoso saudável reagindo ao perigo.

A divisão simpática do sistema nervoso autônomo prepara o corpo para a ação, aumentando involuntariamente a circulação em algumas áreas e diminuindo-a em outras, numa resposta sofisticada que visa manter a segurança do indivíduo. Enquanto isso, o sistema nervoso parassimpático restaura a calma após a ameaça passar, diminuindo a respiração e os batimentos cardíacos até o normal.

O problema surge quando o corpo continua a perceber a ameaça mesmo depois de ela ter passado. Quando os sintomas simpáticos não são passageiros, tornam-se problemáticos — como acontece em doenças como Parkinson e síndrome da taquicardia postural ortostática, uma perturbação que eleva drasticamente a frequência cardíaca e a pressão arterial, e numa lista crescente de outras condições físicas associadas ao sistema nervoso.

Embora exames laboratoriais e ecocardiogramas possam ser úteis para identificar a disfunção autonômica, um teste simples que mede como o coração e os vasos sanguíneos reagem quando o corpo muda de posição — chamado teste de inclinação — é suficiente.

9 Sinais de Alerta de que Seu Sistema Nervoso Pode Estar Desregulado

O sistema nervoso autônomo não está isolado do resto do corpo. Pelo contrário, está intrinsecamente ligado à maioria dos outros sistemas, o que significa que a sua desregulação pode manifestar-se de maneiras que não necessariamente indicam um possível envolvimento do sistema nervoso.

Sono ruim

Se você já descartou fatores comuns que contribuem para a má qualidade do sono, como o uso de telas antes de dormir, a falta de exercícios e o tempo insuficiente em contato com a natureza, seu sistema nervoso pode estar mantendo você agitado durante a noite, afirma a especialista em sistema nervoso Irene Lyon, certificada no método de experiência somática do psicólogo Peter Levine.

“O que acontece é que, quando você tem até mesmo coisas inconscientes armazenadas, existe uma sensação de perigo. Você não consegue dormir completamente porque pode ser atacado ou alguém pode invadir sua casa”, disse ela.

Pesquisas corroboram essas conexões. Um estudo de 2021 publicado na revista Sleep comparou 43 adultos mais velhos com insônia crônica a 16 pessoas saudáveis ​​e descobriu que a disfunção autonômica pode ter sido o mecanismo que contribuiu para a insônia e outros problemas de saúde, identificada por meio do aumento dos hormônios do estresse, cortisol e norepinefrina.

Dor crônica

Diversas condições comuns de dor crônica, incluindo fibromialgia, dor lombar, enxaqueca, cefaleia tensional, síndrome do intestino irritável e disfunção da articulação temporomandibular, estão sendo reconhecidas como dor nociplástica . Esse tipo de dor envolve sinais mistos no sistema nervoso, sem lesão tecidual ou nervosa, porém persiste.

Se suas técnicas de controle da dor para aliviar, mascarar ou suprimir dores musculares ou articulares crônicas não estiverem funcionando, pode ser porque seu sistema nervoso está ativado para a sobrevivência, disse Lyon.“Não deveríamos sentir dor no corpo o tempo todo.”

Movimentos intestinais irregulares

“O ideal é que tenhamos evacuações saudáveis”, disse Lyon. “Pessoas que sofrem de constipação severa ou diarreia crônica, ou que alternam entre os dois, apresentam um sinal clássico de desregulação do sistema nervoso.”O sistema nervoso está envolvido em problemas intestinais funcionais — aqueles sem uma causa estrutural ou bioquímica, como a síndrome do intestino irritável e a indigestão — que afetam até 22% das pessoas.

O eixo intestino-cérebro envolve não apenas todo o sistema digestivo, mas também o sistema nervoso autônomo, incluindo o sistema nervoso entérico, uma rede de nervos no intestino que influencia a motilidade. Quando essa rede de comunicação é perturbada — como quando estamos em estado de alerta constante — podem surgir problemas com a regularidade intestinal e dor.

Evitar ou expressar mal a raiva

A raiva é uma emoção saudável. No entanto, certas maneiras de lidar com a raiva, como evitá-la, ter dificuldade em revivê-la e repeti-la mentalmente — desencadeando cenários — indicam uma resposta desadaptativa, de acordo com os resultados de uma revisão sistemática de 2024 publicada no periódico General Hospital Psychiatry.

A revisão constatou níveis mais elevados de raiva desadaptativa em pacientes com transtorno neurológico funcional, que envolve disfunção autonômica.“Em nossa cultura, tendemos a ir aos extremos — ou não expressamos nossa raiva de forma saudável e tentamos agradar a todos, ou nos deixamos levar pela fúria e nos tornamos violentos ou agressivos”, observou Lyon, acrescentando que nenhuma das duas situações contribui para restaurar o equilíbrio do sistema nervoso.

Tendências obsessivo-compulsivas

Se você estiver hipervigilante — ansioso, constantemente analisando o ambiente, irritável, verificando e re-verificando as coisas — seu corpo pode sentir que uma ameaça ainda persiste, disse Lyon.

Um estudo publicado na revista Psychophysiology comparou 31 pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) a 30 indivíduos saudáveis ​​do grupo de controle, examinando a frequência cardíaca e a dilatação da pupila — sinais de envolvimento do sistema nervoso — durante três conjuntos de testes cognitivos oculares de oito minutos. Os indivíduos saudáveis ​​do grupo de controle se adaptaram durante os testes, enquanto aqueles com TOC apresentaram aumento da frequência cardíaca e dilatação da pupila no meio dos testes. A dilatação da pupila indica um desequilíbrio entre os sistemas simpático e parassimpático.

Má circulação

Dedos das mãos e dos pés que ficam frios, esbranquiçados e depois azulados — uma condição chamada fenômeno de Raynaud — pode ser causada por temperaturas frias, mas também por estresse.

Embora pouco compreendida, a pesquisa sugere que a atividade alterada do sistema nervoso autônomo causa estreitamento dos vasos sanguíneos. Como as alterações na circulação sanguínea são um objetivo primordial do organismo, alternando entre os sistemas simpático e parassimpático, a má circulação é um indicador-chave de disfunção autonômica.

Dor crônica na bexiga

A inflamação da bexiga, chamada cistite, é geralmente causada por uma infecção bacteriana e se resolve facilmente com antibióticos. No entanto, às vezes a dor persiste por mais de seis semanas sem causa aparente — condição chamada cistite intersticial ou síndrome da bexiga dolorosa.

Um estudo publicado na revista Urogynecology em 2024, envolvendo 122 pacientes com cistite intersticial, descobriu que eles também apresentavam sintomas de disfunção do sistema nervoso autônomo, além de serem mais propensos a apresentar sintomas e problemas de saúde não relacionados.

Síndrome das Pernas Inquietas

A síndrome das pernas inquietas — uma vontade incômoda de mover as pernas que frequentemente interrompe o sono — também está associada ao sistema nervoso.

Um pequeno estudo publicado no Journal of Neurology descobriu que seis pacientes com síndrome das pernas inquietas apresentavam atividade muscular significativamente maior, associada à resposta de luta ou fuga, tanto em repouso quanto sob estimulação, em comparação com nove indivíduos saudáveis ​​do grupo de controle.

Problemas graves da perimenopausa

Embora a menopausa seja uma fase normal da saúde, os sintomas podem piorar se o sistema nervoso estiver desequilibrado.

Um estudo com 101 mulheres entre 45 e 55 anos, publicado na revista Menopause, descobriu que aquelas com ondas de calor mais intensas e perturbadoras também apresentavam uma resposta de cortisol ao despertar atenuada, o que pode indicar que o corpo não está reagindo ao estresse normalmente.Segundo Lyon, a pesquisa está apenas começando a reconhecer e explorar o papel do sistema nervoso nas doenças humanas. “Muitos desses problemas de saúde não serão detectados em um estudo duplo-cego controlado por placebo.”

Por que o reconhecimento é importante

Aprender a reconhecer as sensações corporais é necessário, observou Lyon, para identificar quando você pode precisar de ajuda com a regulação do sistema nervoso. “Você precisa ter uma bússola interna para sentir seu corpo começando a entrar em colapso ou a ficar sob pressão, porque isso acontece em segundos.”

No entanto, a disfunção autonômica pode ser difícil de diagnosticar, de acordo com a Cleveland Clinic, que observou que os profissionais de saúde fazem parte do problema. Pode ser necessário consultar vários profissionais, manter registros detalhados dos sintomas e insistir para obter ajuda.

Muitos pacientes com dor nociplástica acabam procurando atendimento quiroprático, revelando que os profissionais da área carecem de soluções. No entanto, como observou o Journal of the Canadian Chiropractic Association , o controle da dor requer uma abordagem abrangente que envolve movimento, educação e estilo de vida.

A rápida percepção de Liberty sobre a disfunção autonômica em seu novo casamento não foi por acaso. Ela sofre de transtorno de estresse pós-traumático complexo e tem se dedicado extensivamente, tanto como paciente quanto como coach, a aprender a reconhecer e se curar de traumas.

Indivíduos com transtorno de estresse pós-traumático e experiências adversas na infância apresentam maior risco não apenas de disfunção autonômica, mas também de pior saúde física em geral.

Embora Liberty não consiga escapar de situações traumáticas com o ex-marido devido à guarda compartilhada dos filhos, ela desenvolveu ferramentas para lidar com a raiva, de modo que ela não a prejudique nem seu novo casamento. Às vezes, seu novo marido até se junta a ela em exercícios que conectam mente e corpo — como pular, dançar ou uma caminhada rápida na floresta que pode incluir um grito primal — para que juntos possam enfrentar as tempestades emocionais da vida a dois.

“Sinto uma mistura de profunda tristeza e raiva pela injustiça do abuso e da negligência em situações nas quais me vi repetidas vezes”, disse Liberty. “Mas também havia saudade, desejo e vontade de me libertar e seguir em frente, numa narrativa diferente, numa história diferente que eu sabia, naquele momento, ser possível.”

Ammy Denney

OBS.: Temos várias terapias para as questões acima citadas. Consulte!

Suas unhas depois dos 40 estão falando — você está ouvindo? O significado oculto por trás das estrias nas unhas.

Elas podem ser o indicador de saúde mais subestimado de todos. Se você começou a notar linhas ou sulcos verticais nas unhas depois dos 40 anos, saiba que não está sozinho. Esses sulcos finos podem parecer mudanças estéticas inofensivas, mas na verdade podem refletir alterações muito mais profundas no seu corpo — como mudanças na circulação, absorção de nutrientes e níveis hormonais. E se esses sulcos não fossem apenas um sinal de envelhecimento, mas uma mensagem codificada do seu corpo, revelando verdades ocultas sobre a sua saúde que a medicina convencional muitas vezes ignora?

Vamos analisar mais de perto por que essas estrias aparecem, o que elas podem revelar e como manter as unhas mais saudáveis ​​à medida que envelhecemos.

A Ciência dos Sulcos das Unhas

Nossas unhas são mais do que simples telas para esmalte — elas são feitas de tecido vivo, em constante crescimento, adaptação e resposta ao nosso estado interno. Após os 40 anos, uma das mudanças mais comuns nas unhas são as estrias verticais, às vezes chamadas de “estrias longitudinais”. Elas vão da base da unha até a ponta e podem variar de tênues e superficiais a profundas e claramente visíveis. Embora geralmente sejam inofensivas, às vezes podem ser um sinal de alerta do corpo. [1]

Uma breve análise da biologia das unhas revela que elas se formam na matriz ungueal, localizada logo abaixo da pele, na base de cada unha. Ali, novas células são criadas e empurradas para a frente à medida que as mais antigas endurecem, formando a placa de queratina visível. Unhas saudáveis ​​crescem cerca de 2 a 3 milímetros por mês e, idealmente, esse crescimento é uniforme e consistente. Mas quando esse processo é interrompido — por causa da idade, deficiência de nutrientes ou má circulação — a superfície da unha começa a mostrar sinais de desgaste. [2]

Por que as cristas verticais aparecem com mais frequência após os 40 anos?

Pense nas estrias das unhas como linhas de expressão — elas tendem a aparecer gradualmente e a se aprofundar com o tempo. Mas por que exatamente elas se tornam mais visíveis depois dos 40 anos? A resposta está em uma combinação de fatores que fazem parte do processo natural de envelhecimento.

1. Renovação celular mais lenta

À medida que envelhecemos, a capacidade do nosso corpo de regenerar células diminui — isto inclui a matriz da unha. Se novas células de queratina forem produzidas de forma irregular, começam a formar-se essas cristas. [3]

2. Fluxo sanguíneo reduzido

As unhas dependem de um suprimento constante de oxigênio e nutrientes. Com o tempo, a circulação sanguínea — especialmente nas extremidades — pode diminuir. Menos nutrição significa crescimento de unhas de menor qualidade.

3. Alterações Hormonais

Nas mulheres, a queda dos níveis de estrogênio durante a perimenopausa e a menopausa pode resultar em unhas secas e quebradiças. Nos homens, uma redução gradual da testosterona também pode afetar sutilmente a produção de queratina. Essas alterações hormonais não afetam apenas a aparência das unhas, mas também sua força e crescimento.

Nutrição e estrias nas unhas: o que está faltando no seu corpo?

O envelhecimento não altera apenas a aparência do corpo, mas também a forma como ele absorve nutrientes. Mesmo que sua dieta não tenha mudado, seu corpo pode não estar processando os nutrientes com a mesma eficiência. Aqui estão alguns nutrientes essenciais relacionados à textura e à resistência das unhas:

  • Biotina (B7): Fortalece a queratina — níveis baixos podem causar estrias ou fragilidade. [4]
  • Ferro: Essencial para a oxigenação da matriz ungueal. A deficiência pode causar unhas pálidas, estriadas ou em forma de colher. [5]
  • Zinco: Auxilia na renovação celular e na síntese de proteínas. Níveis baixos podem retardar o crescimento das unhas ou levar a defeitos visíveis. [6]
  • Magnésio: Necessário para mais de 300 reações enzimáticas, incluindo aquelas envolvidas no desenvolvimento da queratina.
  • Proteína: Como as unhas são compostas principalmente de queratina, proteínas de alta qualidade (com aminoácidos como cisteína e metionina) são essenciais.

💡 Dica profissional: Se você se alimenta bem, mas ainda observa alterações nas suas unhas, consulte um profissional integrativo para fazer exames e verificar possíveis deficiências nutricionais, principalmente de ferro e biotina.

Hábitos ambientais e de estilo de vida: suas unhas se lembram de tudo.

Você passou décadas fazendo tarefas domésticas, trabalhando, digitando, cozinhando — e suas unhas estiveram na linha de frente de tudo isso. Com o tempo, essas exposições ambientais e esses hábitos se acumulam e deixam sua marca.

Desequilíbrio hídrico e desidratação

Com o passar dos anos, as unhas perdem naturalmente a umidade. A exposição diária à água quente, sabonetes, desinfetantes e produtos químicos remove os óleos protetores. Com o tempo, esse desgaste leva a unhas secas e quebradiças com sulcos mais pronunciados. [7]

Baixa umidade interna

Seja no calor do inverno ou no ar condicionado do verão, o ar seco dos ambientes fechados pode desidratar ainda mais as unhas. Suas unhas precisam de hidratação, assim como sua pele.

Estresse ocupacional e por esforço repetitivo

Se você trabalha na área da saúde, em serviços de alimentação, limpeza ou mesmo passa longas horas digitando ou usando ferramentas, suas unhas sofrem microtraumas frequentes. Após os 40 anos, a recuperação fica mais lenta — e esses pequenos impactos podem começar a deixar marcas permanentes.

Hábitos diários que prejudicam suas unhas

  • Roer ou cutucar as unhas
  • Manicure excessiva ou corte agressivo das cutículas
  • Utilizar as unhas como ferramentas (para abrir embalagens, arranhar, alavancar)

Todos esses fatores podem causar danos à matriz — o “sistema radicular” das unhas — levando ao surgimento de sulcos ou crescimento irregular.

QUANDO VOCÊ DEVE SE PREOCUPAR COM AS ESTRIAS NAS UNHAS?

Embora as cristas sejam frequentemente benignas, algumas alterações podem indicar algo mais sério. Esses são os sinais de alerta que justificam uma consulta com um profissional médico. [8]

  • Sulcos que se desenvolvem repentinamente ou apenas em uma unha.
  • Descoloração (estrias pretas, castanhas ou amarelas)
  • Dor, inchaço ou inflamação ao redor da unha.
  • Descolamento ou espessamento da unha
  • Sulcos acompanhados de fadiga, queda de cabelo ou alterações na pele.

Esses sintomas podem indicar uma infecção, doença autoimune, distúrbio da tireoide ou até melanoma. Não espere — consulte um profissional integrativo. [9]

Referências

[1] Academia Americana de Dermatologia. “Alterações e distúrbios das unhas” . Consultado em 2024.

[2] WebMD. “O que suas unhas dizem sobre sua saúde” . Consultado em 2024.

[3] Clínica Mayo. “Unhas: possíveis problemas” . Consultado em 2024.

[4] Institutos Nacionais de Saúde. “Biotina – Ficha informativa para profissionais de saúde” . Consultado em 2024.

[5] Cleveland Clinic. “Anemia por deficiência de ferro” . Consultado em 2024.

[6] Harvard Health Publishing. “Zinco: O que você precisa saber” . Consultado em 2024.

[7] American Osteopathic College of Dermatology. “Unhas quebradiças e rachadas” . Consultado em 2024.

[8] Johns Hopkins Medicine. “Anormalidades nas unhas: pistas para doenças sistêmicas” . Consultado em 2024.

[9] Fundação Nacional de Psoríase. “Psoríase das unhas” . Consultado em 2024.

A Matriz Viva: O que é Fáscia? Fáscia x frequências

E se a reparação dos tecidos não fosse um processo biológico lento, mas uma ressonância codificada que seu corpo pudesse memorizar e reativar instantaneamente? Isso não é ficção científica; é a realidade emergente da fáscia, a rede de comunicação oculta do corpo. Por muito tempo descartada como mero material de preenchimento, a fáscia agora é compreendida como uma matriz dinâmica e viva que responde à vibração, à informação e à coerência, guardando a chave para desbloquear níveis sem precedentes de saúde e cura.

Este artigo aprofunda-se na ciência inovadora da fáscia, explorando sua profunda conexão com a frequência e a vibração. Descobriremos como essa intrincada rede de tecido conjuntivo atua como um sistema de comunicação bioelétrica, transmitindo informações na velocidade da luz e influenciando todos os aspectos da nossa fisiologia. Além disso, exploraremos como a terapia frequencial pode ser usada para interagir com essa rede, promovendo o reparo tecidual, reduzindo a inflamação e restaurando a coerência da matriz viva do corpo.

A Matriz Viva: O que é Fáscia?

A fáscia é uma complexa e contínua rede de tecido conjuntivo que permeia todo o corpo, da cabeça aos pés. É uma matriz tridimensional que envolve e permeia cada músculo, osso, nervo, vaso sanguíneo e órgão, criando um sistema unificado e interconectado [12] . Durante séculos, a fáscia foi amplamente ignorada pela comunidade médica, sendo considerada um “material de preenchimento” passivo e insignificante. No entanto, pesquisas científicas recentes revelaram que a fáscia é um tecido dinâmico e vivo com um profundo impacto em nossa saúde e bem-estar.

Essa complexa rede é composta por fibras de colágeno, fibras de elastina e uma substância fundamental gelatinosa. A substância fundamental, composta principalmente de água, preenche os espaços entre as fibras e as células, proporcionando lubrificação e permitindo movimentos suaves e sem esforço. As fibras de colágeno conferem força e sustentação, enquanto as fibras de elastina dão à fáscia sua elasticidade e resiliência. Juntos, esses componentes criam uma matriz forte, porém flexível, que se adapta às demandas a que é submetida.

A fáscia não é apenas um sistema de suporte estrutural; é também um rico órgão sensorial, contendo uma vasta rede de terminações nervosas que transmitem informações sobre postura, movimento e dor para o cérebro. De fato, a fáscia contém mais terminações nervosas sensoriais do que os músculos, tornando-se fundamental na propriocepção e na nossa consciência corporal. Essa natureza contínua e interconectada da fáscia significa que uma restrição ou desequilíbrio em uma área do corpo pode ter efeitos abrangentes, causando dor e disfunção em áreas aparentemente não relacionadas.

A Rede de Comunicação Bioelétrica

Uma das descobertas mais inovadoras sobre a fáscia é o seu papel como uma rede de comunicação bioelétrica. A fáscia não é meramente um elemento estrutural passivo; é um sistema dinâmico e responsivo que transmite informações por todo o corpo a velocidades incríveis. Essa comunicação é possível graças às propriedades únicas do colágeno, um componente essencial da fáscia.

O colágeno é um material piezoelétrico, o que significa que gera uma carga elétrica em resposta ao estresse mecânico [8] . Essa propriedade permite que a fáscia converta forças mecânicas, como movimento e vibração, em sinais elétricos. Esses sinais podem então ser transmitidos por toda a rede fascial, criando um sistema de comunicação em todo o corpo que opera muito mais rápido do que o sistema nervoso. Essa sinalização bioelétrica desempenha um papel crucial na remodelação tecidual, na inflamação e na percepção da dor.

Além disso, a fáscia é uma substância cristalina líquida [12] . Isso significa que ela possui propriedades tanto de um líquido quanto de um sólido, permitindo que seja flexível e altamente organizada. A água dentro da matriz fascial não é água comum; é água estruturada, também conhecida como água de quarta fase ou água da zona de exclusão (ZE). Essa água estruturada forma uma rede cristalina capaz de armazenar e transmitir energia e informação. A natureza cristalina líquida da fáscia permite que ela atue como um sistema de comunicação coerente para todo o corpo, integrando e coordenando todas as funções corporais.

Fáscia, Frequência e Vibração: A Linguagem da Cura

A fáscia não é apenas uma receptora passiva de informações; é um tecido dinâmico e responsivo que participa ativamente do processo de cura. A chave para desbloquear o potencial de cura da fáscia reside na compreensão de sua relação com a frequência e a vibração. Assim como um instrumento musical pode ser afinado em uma frequência específica, a rede fascial pode ser influenciada por estímulos vibracionais específicos, promovendo a reparação tecidual, reduzindo a inflamação e restaurando a coesão da matriz viva do corpo.

Pesquisas científicas demonstraram que diferentes frequências de vibração podem ter efeitos profundos na fáscia. Por exemplo, vibrações de baixa frequência demonstraram aumentar a produção de ácido hialurônico, um componente chave da substância fundamental que ajuda a hidratar e lubrificar os tecidos fasciais [1] . Essa maior hidratação permite maior mobilidade e reduz o risco de lesões. Vibrações de alta frequência, por outro lado, demonstraram ativar os corpúsculos de Pacini, que são receptores sensoriais na fáscia que desempenham um papel no controle da dor [4] .

A terapia vibratória também demonstrou ser eficaz no tratamento de diversas condições musculoesqueléticas, incluindo dor miofascial, dor muscular tardia (DOMS) e amplitude de movimento restrita. Ao aplicar frequências específicas de vibração aos tecidos afetados, é possível liberar restrições, melhorar a circulação e promover a cicatrização. Por exemplo, um estudo constatou que a aplicação de vibração a 80 Hz durante cinco minutos por dia reduziu significativamente a dor em pacientes submetidos à cirurgia de reparo do manguito rotador [ 9] . Outro estudo constatou que a aplicação de vibração a 53 Hz durante 2,5 minutos aumentou a amplitude de movimento de dorsiflexão em 5,4% [11] .

Melhores Práticas e Protocolos: O Que Esperar

Integrar terapias baseadas em frequências à sua rotina de bem-estar pode ser uma experiência transformadora. Para maximizar os benefícios e garantir uma jornada segura e eficaz, é importante seguir as melhores práticas e estabelecer um protocolo consistente. Aqui está o que você precisa saber:

Para quem é isto?

Essa abordagem é indicada para qualquer pessoa que busque otimizar seu bem-estar físico e energético. É particularmente benéfica para:

  • Atletas e entusiastas do fitness que buscam melhorar o desempenho, acelerar a recuperação e prevenir lesões.
  • Indivíduos que sofrem de dor crônica, inflamação ou problemas musculoesqueléticos .
  • Para aqueles interessados ​​em biohacking e longevidade , que desejam explorar o potencial de cura inato do corpo.
  • Qualquer pessoa que se sinta “presa” ou que esteja enfrentando bloqueios físicos ou energéticos.

O que esperar e quanto tempo dura

Os efeitos das terapias baseadas em frequências podem ser sutis ou profundos. Algumas pessoas podem sentir alívio imediato da dor e da tensão após uma única sessão. No entanto, para condições crônicas, o uso consistente por várias semanas geralmente é necessário para observar resultados significativos e duradouros. A maioria dos usuários relata melhorias notáveis ​​na dor, flexibilidade e bem-estar geral dentro de 2 a 4 semanas de uso diário. Para restrições fasciais profundas ou inflamação crônica, pode levar de 2 a 3 meses de terapia consistente para alcançar resultados ótimos. É importante lembrar que a cura é uma jornada, não um destino. Seja paciente e compassivo consigo mesmo enquanto explora o mundo da fáscia e das frequências, e confie na capacidade inata do seu corpo de se curar.

Conclusão

A ciência emergente da fáscia está revolucionando nossa compreensão do corpo humano. Não mais vista como um mero sistema de suporte estrutural, a fáscia é agora reconhecida como uma matriz viva, dinâmica e responsiva, que desempenha um papel crucial em nossa saúde e bem-estar. Ao entendermos a linguagem da fáscia – a linguagem da frequência e da vibração – podemos desbloquear seu imenso potencial de cura e cultivar um estado de profunda coerência e vitalidade.

À medida que continuamos a explorar as fronteiras deste campo fascinante, podemos esperar tecnologias e terapias ainda mais inovadoras que aproveitam o poder da frequência para promover a cura e otimizar o desempenho humano. A jornada pelo mundo da fáscia está apenas começando, e as possibilidades são ilimitadas.

Possuímos diversos protocolos para auxílio na reparação da fáscia, bem como em muitos outros tecidos do corpo. Consulte!

Referências

[1] Guia da Fáscia. (s.d.). *O que acontece na fáscia quando tratamos com vibrações?*

[2] Lupowitz, L. (2022). Terapia vibratória – Um comentário clínico. *International Journal of Sports Physical Therapy*, *17*(6), 984–987.

[3] Comeaux, Z. (2011). Liberação fascial dinâmica e o papel dos dispositivos mecânicos e vibracionais. *Journal of Bodywork and Movement Therapies*, *15*(1), 35-41.

[4] Iris Publishers. (2023, 25 de outubro). *Eficácia da vibração em pontos-gatilho miofasciais*.

[5] Método MELT. (s.d.). *A ciência por trás do hidratante de fáscia MELT™*.

[6] PRGear. (s.d.). *Ciência da terapia vibratória*.

[7] Christine Angel. (s.d.). *Liberação Miofascial: a Abordagem de Barnes*.

[8] Stuart Therapies & Seminars. (2023, 25 de agosto). *Piezoeletricidade na fáscia*.

[9] Bordoni, B., & Mahabadi, N. (2015). *Anatomia, Fáscia*. Em StatPearls. StatPearls Publishing.

[10] O’Connell, JA (2003). Resposta bioelétrica da fáscia: um modelo para compreender os efeitos da manipulação. *Techniques in Orthopaedics*, *18*(1), 78-83.

[11] Yang, C., Du, Y., Wu, J., Wang, J., Luan, P., Yang, Q., & Yuan, L. (2015). Fáscia e Sistema Primo Vascular. *Medicina Complementar e Alternativa Baseada em Evidências*, *2015*, 303769.

[12] Pollack, GH (2013). A quarta fase da água: um papel na fáscia?. *Journal of Bodywork and Movement Therapies*, *17*(4), 510-511.

7 motivos pelos quais você acorda à noite e como resolvê-los

Quando foi a última vez que você dormiu a noite toda sem acordar? De acordo com a National Sleep Foundation , dormir a noite toda é mais comum entre crianças e adolescentes, mas adultos geralmente acordam uma ou duas vezes. Se você consegue voltar a dormir em poucos minutos, ótimo! São bons sonhos até o alarme tocar, as crianças pularem na cama ou um cachorro com o focinho molhado na sua cara.

Você pode, no entanto, estar entre os milhões de pessoas que acordam com mais frequência ou que têm dificuldade para voltar a dormir depois de acordarem durante a noite. Isso às vezes é chamado de insônia do meio da noite e pode ser causado por diversos fatores. A boa notícia é que cada uma dessas situações pode ser resolvida assim que você as identificar.

Confira 7 dicas para dormir melhor esta noite

#1 Ondas de calor

Essas mudanças de temperatura extremamente incômodas e desconfortáveis ​​podem persistir durante a perimenopausa, a menopausa e o período pós-menopausa. Às vezes, o desconforto é tão grande que você precisa trocar de roupa de dormir no meio da noite. E aí você já está bem acordada!

Como resolver . Vários remédios naturais podem ajudar a reduzir ou até mesmo eliminar as ondas de calor, incluindo cimicífuga , raiz de valeriana e raiz de alcaçuz . Você pode usar pijamas e lençóis que absorvam a umidade . Para ajudar a se refrescar, experimente uma almofada de resfriamento (semelhante a uma almofada térmica) sob os lençóis.

#2 Fome

Se você jantou às 18h ou 19h e não comeu nada depois disso, e acorda por volta das 2h ou 3h da manhã muito alerta, pode ser que esteja reagindo à baixa glicemia e à fome. Seu cérebro pode estar lhe dizendo que é hora de comer, aumentando a produção de cortisol, o que, por sua vez, o desperta. Esse despertar pode vir acompanhado de sintomas de hipoglicemia, como suor, tremores, confusão e tontura, então mantenha uma dose de insulina ao lado da cama.

Como resolver isso. Você deve comer alguma coisa, mas o quê? Mel puro é uma opção, pois é natural e ajuda a estabilizar o açúcar no sangue lentamente. Outras opções incluem suco de fruta 100% natural (diluído, se desejar), purê de maçã ou frutas secas . Para evitar ter que sair da cama (e, consequentemente, aumentar as chances de ter dificuldade para voltar a dormir), mantenha um desses alimentos na sua mesa de cabeceira se a fome durante o sono for um problema frequente.

#3 Padrões de sono irregulares

Você costuma ficar acordado até tarde mais de uma noite por semana, dormir até mais tarde nos fins de semana, ir para a cama em horários aleatórios e depois sentir sono durante o dia? Se você segue uma rotina de sono irregular, pode prejudicar seriamente a sua saúde.

Como resolver : Estabeleça uma rotina regular para dormir e acordar — isso é fundamental para um sono saudável. Ajuste sua rotina, na medida do possível, para que você vá para a cama e acorde aproximadamente no mesmo horário todas as noites e manhãs. Assim que você estabelecer um padrão, seu corpo se ajustará e seu sono também. Experimente beber leite de amêndoas antes de dormir, pois é uma ótima fonte de cálcio, que ajuda o cérebro a produzir melatonina, o hormônio do sono.

#4 Dor

Uma das condições dolorosas mais comuns que podem causar despertares durante o sono são as cólicas menstruais e a dor associada. Estas podem vir acompanhadas de outros sintomas incômodos, como suores noturnos. Outras pessoas sofrem de dor crônica, síndrome das pernas inquietas, dor temporária devido ao excesso de exercícios, fibromialgia ou dor de cabeça.

Como resolver : Trate a causa da dor antes de dormir, usando remédios naturais sempre que possível. Dependendo da dor , você pode usar uma bolsa de água quente , matricária para dores de cabeça e artrite reumatoide, cúrcuma para artrite e azia, gengibre para dores articulares e musculares ou garra-do-diabo para dor lombar. O magnésio, seja por via oral ou aplicado na pele como óleo, pode aliviar dores musculares e nervosas.

#5 Apneia do sono

Mais de 18 milhões de adultos americanos sofrem de apneia do sono, e milhões de outros podem ainda não ter sido diagnosticados. Acordar várias vezes no meio da noite é um sintoma clássico de apneia do sono e causa fadiga durante o dia em quem convive com essa condição.

Como resolver o problema . Você deve consultar um profissional de saúde qualificado para determinar a gravidade da sua apneia do sono. Alguns médicos recomendam o uso de um aparelho CPAP (pressão positiva contínua nas vias aéreas); também existem aparelhos dentários que reposicionam a língua e a mandíbula para ajudar a melhorar a respiração. Mudanças no estilo de vida incluem perder peso, parar de fumar e evitar o consumo de álcool. Dormir de lado, em vez de dormir de costas, pode ajudar significativamente.

#6 Estresse

Muitos de nós achamos difícil, senão impossível, desligar-nos dos fatores estressantes do dia depois de deitarmos a cabeça no travesseiro. Mesmo depois de adormecermos, esses fatores estressantes nos perseguem e podem nos manter acordados durante a noite.

Como resolver isso. Felizmente, existem diversas medidas eficazes que você pode tomar para melhorar o sono em casos de estresse. Uma delas é o magnésio , que não só ajuda a adormecer, como também contribui para um sono mais profundo e duradouro. Esse mineral prepara o corpo para o sono ativando o sistema nervoso parassimpático, que promove o relaxamento. Ele também regula a melatonina, o hormônio que controla o ciclo sono-vigília. Além disso, o magnésio se liga aos receptores do neurotransmissor GABA. 

Você também pode considerar suplementos de L-teanina . Esse aminoácido está presente nas folhas de chá verde e pode aumentar os níveis de neurotransmissores calmantes (como GABA, serotonina e dopamina) envolvidos na regulação do sono. Meditação, exercícios de respiração profunda, relaxamento progressivo, ouvir música tranquila e visualização guiada são outras sugestões para experimentar se você acorda durante a noite e não consegue voltar a dormir devido ao estresse.

#7 Urinação

A necessidade de urinar mais de uma ou duas vezes por noite provavelmente significa que você está consumindo muito líquido e/ou cafeína antes de dormir.

Como resolver : Se você consome bebidas com cafeína, talvez precise interromper o consumo pelo menos 8 horas antes de dormir. Limite a ingestão de outros líquidos a apenas alguns goles por algumas horas antes de deitar. Você precisará experimentar para determinar a quantidade ideal de líquidos que pode ingerir antes de dormir para reduzir significativamente a necessidade de urinar durante a noite.

Débora Mitchell

OBS.: Temos tratamentos frequenciais que auxiliam nas questões de sono e relacionadas, além de sugestões de protocolos. Consulte!

Fontes
Bhatia J. Remédios fitoterápicos para alívio natural da dor. Saúde Diária
Breus MJ. O que você precisa saber sobre L-teanina. Psychology Today, 29 de agosto de 2017.
Breus MJ. 3 razões pelas quais você acorda à noite. The Sleep Doctor, 28 de abril de 2018.
Fundação Nacional do Sono. Como acordar com menos frequência à noite .
Teitelbaum J. Magnésio para alívio da dor. Psychology Today, 16 de setembro de 2010.
Uygun DS et al. Indução do sono ascendente versus descendente pelo zolpidem atuando em neurônios histaminérgicos e neocorticais. Journal of Neuroscience 2016 Nov 2; 36(44): 11171-84