Causa da ansiedade e fadiga crônicas e como tratar

E se o ciclo interminável de ansiedade, confusão mental e esgotamento não fosse uma falha pessoal, mas sim uma falha sistêmica na rede de comunicação interna do seu corpo? E se a solução não fosse mais um comprimido, mas uma frequência esquecida capaz de reiniciar todo o seu sistema nervoso. Temos protocolos frequenciais certificados mundialmente e formas de alta tecnologia para repassar ao seu corpo.

A Ciência de um Sistema em Crise: Compreendendo a Desregulação do Sistema Nervoso

Seu corpo é uma orquestra finamente afinada, e o maestro é o sistema nervoso autônomo (SNA). Essa intrincada rede controla todos os processos inconscientes que o mantêm vivo: seus batimentos cardíacos, sua respiração, sua digestão. O SNA é dividido em dois ramos principais: o sistema nervoso simpático (sua resposta de “luta ou fuga”) e o sistema nervoso parassimpático (sua resposta de “repouso e digestão”). Em um indivíduo saudável, esses dois sistemas funcionam em harmonia, como uma dança perfeitamente equilibrada. Mas o que acontece quando a música para? 

A vida moderna, com seus constantes fatores de estresse, lançou esse delicado equilíbrio no caos. O resultado é um estado de desregulação crônica do sistema nervoso, onde o corpo fica perpetuamente preso no modo de “luta ou fuga”. Essa é a raiz do que muitos agora chamam de “fadiga do nervo vago”, “colapso polivagal” ou “desregulação do eixo HPA”. O nervo vago, o mais longo e complexo dos nervos cranianos, é o principal canal de comunicação entre o cérebro e o corpo, e é o principal componente do sistema nervoso parassimpático. Quando o nervo vago não está funcionando de forma ideal, a capacidade do corpo de relaxar e se recuperar fica gravemente comprometida. 

A Teoria Polivagal, desenvolvida pelo Dr. Stephen Porges, fornece uma estrutura poderosa para a compreensão desse fenômeno. Ela postula que o nervo vago possui dois ramos: o sistema vagal ventral, associado ao engajamento social e à sensação de segurança, e o sistema vagal dorsal, que é uma resposta mais primitiva a situações de risco de vida, levando ao bloqueio ou à dissociação. Quando estamos cronicamente estressados, podemos ficar presos nesses estados defensivos, o que leva a uma série de sintomas debilitantes. 

O agrupamento de sintomas primários: uma epidemia moderna

A disfunção do sistema nervoso autônomo se manifesta em uma ampla gama de sintomas que frequentemente são ignorados ou diagnosticados erroneamente pela medicina convencional. Estes incluem:

  • Ansiedade crônica sem causa aparente: Uma sensação persistente de pavor ou mal-estar que não possui um gatilho claro.
  • Síndrome do intestino irritável (SII), inchaço, instabilidade intestinal: O eixo intestino-cérebro é controlado diretamente pelo nervo vago, e a sua desregulação pode levar a uma série de problemas digestivos.
  • Fragmentação do sono: dificuldade em adormecer, em manter o sono ou em acordar com a sensação de não ter descansado.
  • Palpitações cardíacas: Coração acelerado ou com batimentos irregulares, mesmo em repouso.
  • Névoa mental: dificuldade em se concentrar, lembrar ou pensar com clareza.
  • Fadiga e esgotamento: Uma profunda sensação de exaustão que não é aliviada pelo repouso.
  • Aplanamento emocional ou hipersensibilidade: Uma capacidade reduzida de sentir emoções, ou a sensação de ser dominado por elas.
  • Inflamação sem diagnóstico: A inflamação crônica é uma característica da desregulação do sistema nervoso e pode contribuir para uma ampla gama de problemas de saúde.

Frequência como Medicina: Nossas soluções

E se você pudesse se comunicar diretamente com seu sistema nervoso em sua própria linguagem? Essa é a promessa de nossas terapias. Ao introduzir frequências específicas no corpo, podemos guiar suavemente o sistema nervoso de volta a um estado de equilíbrio e coerência. Nossas terapias demonstraram ser uma maneira segura e eficaz de estimular o nervo vago, promovendo relaxamento e reduzindo o estresse.

Ao posicionar nossas tecnologias em áreas-chaves do corpo, como pescoço, coluna, peito ou abdômen, é possível atingir diretamente o nervo vago e outros componentes importantes do sistema nervoso. Isso permite uma abordagem altamente direcionada e eficaz para restaurar o equilíbrio autonômico. As frequências utilizadas em nossas terapias podem ajudar a reduzir a inflamação, melhorar a circulação e promover o reparo celular, todos essenciais para a recuperação da exaustão e da desregulação do sistema nervoso.

Boas práticas e o que esperar

A consistência é fundamental na terapia PEMF. Recomendamos o seguinte protocolo para a regulação do sistema nervoso:

  • Protocolo diário: Em casos mais extremos, 1 a 2 vezes ao dia. Os melhores horários são pela manhã, para criar uma atmosfera calma para o dia, e próximo ao final da tarde, para promover um sono reparador.
  • Protocolo semanal: Pelo menos 5 dias por semana para manter o equilíbrio e evitar o acúmulo de estresse. Conforme a disponibilidade, 2 a 3 vezes por semana também são uma ótima opção.
  • O que esperar: Você poderá notar uma sensação de calma e relaxamento durante as primeiras sessões. Com o tempo, poderá experimentar uma redução da ansiedade, melhora do sono, melhor digestão e aumento dos níveis de energia.
  • Como sei que está funcionando?: Observe se há uma redução nos seus sintomas principais. Você também poderá notar uma maior sensação de bem-estar, uma maior capacidade de lidar com o estresse e uma perspectiva mais positiva da vida.
  • Para quem é indicado?: Para qualquer pessoa que apresente sintomas de desregulação do sistema nervoso, fadiga do nervo vago ou esgotamento profissional. Esta ferramenta também é excelente para quem busca otimizar sua saúde e desempenho (até biohacking).

Referências

  1. Goldberger, JJ, Arora, R., Buckley, U., & Shivkumar, K. (2019). Disfunção do Sistema Nervoso Autônomo. Journal of the American College of Cardiology , 73(10), 1189–1206. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6958998/
  2. Porges, SW (2007). A perspectiva polivagal. Psicologia biológica , 74(2), 116-143. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1868418/
  3. Porges, SW (2011). A teoria polivagal: fundamentos neurofisiológicos das emoções, apego, comunicação e autorregulação. WW Norton & Company.